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16 de junho de 2014

Exoesqueleto de Advanced Warfare não deve desequilibrar multiplayer


Em uma conversa com o youtuber Drift0r (especializado em vídeos sobre a série Call of Duty), o diretor da Sledgehammer Games Michael Condrey garantiu que novos equipamentos apresentados em Call of Duty: Advanced Warfare, como o exoesqueleto, vão fazer parte dos multiplayer.


De acordo com Condrey, a equipe de desenvolvimento trabalhou muitas horas nos novos conceitos e, apesar de não ser certo ainda como eles vão funcionar no modo multiplayer, ela já começou a estudar como isso deve ser inserido fora da campanha.

Apesar de não poder oferecer detalhes a respeito do funcionamento do exoesqueleto e outros novos equipamentos, o diretor também revelou que os desenvolvedores estão tomando um cuidado especial para que nenhum deles torne as partidas desequilibradas.

Auxílio profissional

Durante a conversa com o youtuber, Condrey também revelou que grande parte da equipe responsável pela seção multiplayer de Advanced Warfare é composta por jogadores veteranos de Call of Duty que conheceram todos os últimos títulos. Parte deles, inclusive, chegou a participar de campeonatos de eSports, fornecendo o que o diretor considera um “feedback valioso para que tudo esteja balanceado até o lançamento do game”.

Call of Duty: Advanced Warfare está previsto chegar às lojas no dia 4 de novembro, em versões para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PC.

Via - BJ

4 de junho de 2014

Call of Duty: Advanced Warfare terá pré-carregamento nos consoles da Sony



Com o aumento considerável no tamanho dos jogos, a opção de poder fazer o pré-carregamento de títulos digitais é sempre bem-vinda. Enquanto essa tendência se iniciou no PC com o Steam, ela também está chegando aos consoles, como demonstra a descrição de Call of Duty: Advanced Warfare na PlayStation Store.

Tanto a versão para PlayStation 3 como para o PlayStation 4 poderão ser baixadas antes do lançamento do jogo, sendo destravadas à meia-noite do dia 04 de novembro, dia para o qual o game está previsto.

A descrição do jogo na PlayStation Store também cita o fato de que o game terá uma resolução de 1080p no console. No entanto, especialmente por se tratar de um jogo ainda não finalizado, essas informações ainda podem se mostrar incorretas (como aconteceu recentemente com Watch Dogs, anunciado inicialmente pela Sony com uma resolução de 1080p, apesar de o game final rodar em 900p).

Via- BJ

24 de maio de 2014

Imagens de armas futuristas de Call of Duty: Advanced Warfare são reveladas


O Call of Duty: Advanced Warfare, do estúdio Sledgehammer Games, tem como pano de fundo um futuro não tão distante de nós, porém já bastante diferente em 2054. Não é a primeira vez que um jogo da série Call of Duty é transportado para o futuro (e provavelmente não será a última). Com as novas imagens e informações que foram liberadas pelo estúdio, nós já podemos ter noção de como serão os armamentos e equipamentos do vindouro título – que será lançado em seis de novembro, para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PC.

O site Game Informer disponibilizou algumas dessas informações com suas respectivas imagens, que listamos logo abaixo:

Hover Bike


A Hover Bike é provavelmente um dos veículos mais futuristas de Advanced Warfare. Capaz de flutuar alguns metros do chão, esse veículo foi baseado nas motocicletas e nas motos de neve (snowmobiles, no original inglês) do mundo real. O design angular foi projetado para proteger o condutor de possíveis tiros ao os repelir, além de permitir que partes da Hover Bike possam mudar de posicionamento conforme ela se move. Os jogadores poderão controlá-la pelas ruas de Detroit, fugindo de inimigos diversos em alta velocidade e estilo.

3D Printer Rifle

Esse é provavelmente um dos armamentos mais curiosos que foram revelados até o momento. Inspirado nas tecnologias das impressoras 3D, o estúdio Sledgehammer criou um equipamento que é carregado por tubos de substâncias líquidas que são capazes de criar balas especiais de munição. O próprio armamento é capaz de imprimir os projéteis e os carregar automaticamente no rifle, fazendo com que o usuário só deva recarregar os tubos quando eles se esgotarem. Por isso, é esperado que essa seja uma arma com um tempo de recarga bastante baixo se comparada às mais comuns.

Rifle de Plasma


Se a Hover Bike é um dos veículos mais futuristas apresentados até o momento, provavelmente o Rifle de Plasma detém a posição no quesito de armas. Esse é o mesmo rifle que já vimos no trailer de Advanced Warfare, nas cenas que se passam na Ponte Golden Gate, em São Francisco. Outras armas similares também existirão no jogo, com diferentes graus de potência de energia do plasma.

Exo Suit


A Exo Suit é um tipo de espinha dorsal que pode ser integrada às vestimentas dos soldados do novo Call of Duty para impulsionar o desempenho dos mesmos.  Esses equipamentos são capazes de deixar os seus usuários mais ágeis, mais fortes, de fazê-los realizar saltos maiores, pegar objetos pesados, entre muitas outras funções – características que com certeza trarão adições interessantes nas mecânicas de jogabilidade do título.

Tanques e Aeronaves


Os veículos em geral de Advanced Warfare possuem ângulos mais acentuados, como na Hover Bike e na aeronave que vemos na imagem. Supostamente, esses veículos militares possuem esse design acentuado para se mostrarem mais resistentes às explosões de bombas ou de minas, além de servirem como escudos mais eficientes de projéteis do que se fossem “quadrados”. O estúdio não prevê que no futuro os veículos como conhecemos irão mudar drasticamente, somente no seu formato.

21 de maio de 2014

Diretor de áudio de CoD: Advanced Warfare quer elevar o som a outro patamar


A Sledgehammer está a cargo da versão de Call of Duty: Advanced Warfare para a nova geração. O áudio é sempre um fator crucial para a experiência de jogo, e a desenvolvedora está bem ciente disso – tanto que quer elevar a sonorização do game para “outro patamar”.

Don Veca, o diretor de áudio do game, que trabalhou também em Dead Space e tem ampla experiência em seu campo, cuidará dos aspectos sonoros do vindouro título da franquia. “Outro fator importante para Call of Duty, obviamente, são as armas. É isso que temos de elevar a outro patamar [o sistema de áudio delas]. Temos três anos, pessoal [de desenvolvimento do jogo]. Precisamos entregar tudo”, revelou o diretor em entrevista ao site Game Informer.

Até citou a concorrência: Battlefield 4!

O trabalho de som em Battlefield 4 é um dos elementos mais elogiados do game. Quando perguntado sobre uma comparação com o game da EA, Veca foi enfático: “Sempre prestamos atenção na concorrência”. Sempre está na nossa cabeça [a concorrência]. Na verdade, uma das coisas que mais fizemos foi ver um monte de filmes e entendê-los. Mas nossa concorrência, sim, estamos monitorando constantemente tudo, vendo o que fazem, como errar e acertar. Vamos continuar fazendo aquilo que fazemos muito bem”, analisou o diretor de áudio.

Promissor, não? Que nossos ouvidos ouçam explosões, tiros e granadas. E não os berros de “HUE HUE BR BR”.

Call of Duty: Advanced Warfare será lançado no dia 4 de novembro para PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360 e PC.

20 de maio de 2014

“Somos diferentes de qualquer outro estúdio de CoD", diz Sledgehammer Games


Em entrevista concedida ao site Game Informer, Michael Condrey, cofundador da desenvolvedora Sledgehammer Games, explicou o porquê das peculiaridades que deverão ser notadas pelos gamers no vindouro Call of Duty: Advanced Warfare. Desta vez, contudo, o executivo não forneceu detalhes acerca do enredo do jogo (que levou 2 anos e meio para ficar pronto); informações sobre as mecânicas particulares do novo capítulo da franquia também não foram tópicos abordados pelo entrevistado.

Famoso por ter trabalhado junto à Visceral Games, estúdio responsável pela produção da icônica série Dead Space, Condrey falou sobre a forma de trabalho de seu time – que migrou, naturalmente, para a atual desenvolvedora de Call of Duty: Advanced Warfare. “o modelo independente da Activison era algo como: ‘construa a equipe do jeito que você quer. Use as técnicas que permitem a criação de um bom software”, comentou Condrey. “Foi uma combinação boa, e estamos vendo os resultados de todo o trabalho”, complementou.


Mas em qual aspecto residem necessariamente as peculiaridades do estúdio? Na opinião do cofundador da Sledgehammer Games, a metodologia empregada pelo estúdio é que faz realmente a diferença. “Somos diferentes de qualquer outro estúdio de Call of Duty em termos de operação e cultura de espaço”, esclareceu o executivo ao falar sobre a logística de trabalho da desenvolvedora. E a confiança de Condey é espelhada também por Don Veca, outro ex-funcionário da Visceral Games: “sei que não vamos falhar, pois trabalhamos com Condey (...). Estes caras nos levam até nosso limite. Confio 100% neles”, disse Veca.


Call of Duty: Advanced Warfare sera lançado em 04 de novembro para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PCs.

17 de maio de 2014

Call of Duty: Advanced Warfare terá novidades na E3 2014


Os fundadores da Sledgehammer Glen Schofield e Michael Condrey escreveram uma carta aberta aos fãs da série Call of Duty no site da companhia. No texto, a dupla promete apresentar novidades sobre o mais novo game da série, Advanced Warfare, durante a edição deste ano da Electronic Entertainment Expo (E3).

“A expectativa que temos para mostrar o projeto mais ambicioso que nós já trabalhamos  nos deixa bastante nervosos. Nós não poderíamos estar mais orgulhosos do trabalho feito por todo o time da Sledgehammer e o estúdio inteiro está esperando a oportunidade de poder compartilhar um pouco mais do jogo com todos vocês” diz um trecho do texto.

Enquanto já era imaginado que novidades sobre o game estivessem na feira, que será realizada entre os próximos dias 10 e 12 de junho, talvez o texto seja um sinal de que o estúdio possa apresentar um pouco mais do que o esperado. Segundo declarações anteriores, Advanced Warfare não será ambientado em um cenário futurista, mas também contará com mudanças em alguns aspectos-chave da mecânica de jogo da série.

Call of Duty: Advanced Warfare está previsto para ser lançado no dia 4 de novembro de 2014, em versões para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PC. Não deixe de acompanhar o Baixaki Jogos para ficar atento a todas as novidades sobre o jogo.

Via BJ

15 de maio de 2014

Enredo de Advanced Warfare levou 2 anos e meio para ser escrito


A Sledgehammer Games está empenhada em seu primeiro trabalho solo na série Call of Duty. Tanto é que Glen Schofield, um dos fundadores do estúdio, revelou que o enredo de Call of Duty: Advanced Warfare levou dois anos e meio para ficar pronto. 

Até o momento não há muitos detalhes revelados sobre a história do jogo. Sabe-se que o jogador vai controlar um mercenário da Atlas Corporation chamado Mitchell. A empresa é comandada por Jonathan Irons, interpretado por Kevin Spacey. 

Anteriormente, Schofield já havia mencionado que a empresa pretendia criar uma campanha imersiva para o jogo, além de dizer que quer ver o jogador concluir o game e ficar com a ideia de “uau, essa foi uma grande história para um jogo. É algo que pode ser feito”. 

Call of Duty: Advanced Warfare está em desenvolvimento para PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One, e agendado para 4 de novembro.

Via BJ

Sledgehammer poderia retomar Call of Duty em terceira pessoa se solicitada


Não é novidade para alguns dizer que, antes de colaborar com a produção de Call of Duty: Modern Warfare 3, a produtora Sledgehammer estava desenvolvendo um game em terceira pessoa da série. Colocado de lado pelo bem da produção do episódio que concluiu a saga de Soap, Price e companhia, ele poderia voltar à mesa de planos caso a Activision solicitasse tal manobra. 

Falando ao site da revista Game Informer, Glen Schofield, um dos fundadores do estúdio, revelou que a equipe já havia investido “de seis a oito meses” no desenvolvimento do jogo, que seria ambientado no Camboja durante a Guerra do Vietnã. Ele teria momentos nos quais os jogadores passariam por túneis subterrâneos e florestas. 

“Nós [também] estávamos adicionando alguns momentos à la Dead Space. Não me refiro à parte ficção científica, mas ao medo que a guerra provocou [nos soldados americanos]. Eles não sabiam se encontrariam armadilhas nas florestas ou o que teria nos túneis. E havia milhares de quilômetros de túneis subterrâneos. Era uma guerra daquelas [em] que [os soldados] se escondiam, certo? Todos pensavam que a guerra aconteceu no Vietnã, mas foi no Camboja e em Laos. Estávamos contando uma história legal”, explicou Schofield. 

Também foi informado que o time não voltou ao jogo assim que terminou o seu trabalho em Modern Warfare 3, pois, na sequência, foram iniciados os trabalhos em Call of Duty: Advanced Warfare, próxima empreitada do estúdio - ou seja, o título deste ano foi o primeiro dentro do ciclo de três anos de desenvolvimento.

Via BJ

13 de maio de 2014

Sledgehammer tratou Call of Duty: Advanced Warfare como uma nova franquia


Em entrevista à revista Game Informer, Grien Schofield, co-fundador Sledgehammer, comentou que a companhia tratou Call of Duty: Advanced Warfare com o mesmo cuidado dedicado a um título de uma nova franquia.

“Esse foi um grande desafio criativo para nós. Afinal, tudo neste jogo é novo, como a presença de algumas grandes experimentações nas mecânicas principais de jogo que vão afetar o multiplayer e todos os modos do jogo”, explicou, ao mesmo tempo em que pediu um voto de confiança dos fãs.

Na mesma entrevista, o diretor de desenvolvimento Aaron Halon também comentou sobre algumas das novidades que o game vai apresentar. De acordo com ele, além de a companhia ter se comprometido a garantir uma taxa de 60 quadros por segundos, os jogadores poderão utilizar alguns equipamentos inovadores, como a armadura especial utilizada pelo protagonista Mitchell. Entre os upgrades que os jogadores podem realizar no equipamento durante a campanha principal, está a adição de um modo stealth e força sobre-humana.

Call of Duty: Advanced Warfare está previsto para ser lançado mundialmente no dia 4 de novembro, em versões para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PC.

Via BJ

8 de maio de 2014

Prévia - CoD: Advanced Warfare aposta em mudanças para permanecer relevante


O mundo dos jogos eletrônicos não perdoa repetições, tampouco tem receio de tirar de cima do pedestal franquias consideradas “sagradas por muitos”. Se há uma década nomes como Final Fantasy e Medal of Honor eram considerados imbatíveis e sinônimos de sucesso, atualmente essas franquias passam por dificuldades e têm que lidar com um público que possui outros gostos e prioridades.

Ciente dessa situação, a Activision está realizando mudanças relevantes na maneira como a série Call of Duty é produzida, de forma a evitar a repetição de erros que muitos cometeram no passado. Ainda que Call of Duty: Ghosts tenha vendido relativamente bem, seu menor sucesso em relação a Black Ops 2 mostra que até mesmo os fãs hardcore do FPS estão cansados de lidar com iterações pequenas a cada ano.


Para tentar evitar que a franquia perca sua relevância, a empresa decidiu expandir para três anos o ciclo de desenvolvimento de novos jogos, deixando a cargo da Slegdehammer Games mostrar como isso pode revitalizar o FPS. Liderada por Glen Schofield e Michael Condrey, a equipe formada por muitos ex-funcionários da Visceral Games que trabalharam no primeiro Dead Space tem um relacionamento longo com a série, embora isso não fique evidente em um primeiro momento.

Um novo gênero para Call of Duty

Devido a seu passado, inicialmente a Sledgehammer foi contratada para desenvolver aquele que seria o primeiro jogo da série a contar com uma perspectiva em terceira pessoa. “Nossa posição era a de que tínhamos a grande oportunidade de trazer Call of Duty a um novo gênero”, afirma Schofield à Game Informer. “Possuíamos bastante experiência como um time construído para entregar um produto de qualidade de forma semelhante ao que fizemos com nossos jogos anteriores”.


Embora estivesse em fase relativamente avançada de desenvolvimento, o game foi cancelado quanto a Activision passou a ter problemas com a Infinity Ward, na época desfalcada com a saída de Vince Zampella e Jason West (fundadores da Respawn Entertainment). Com o lançamento cada vez mais próximo de Modern Warfare 3, Schofield, Condrey e sua equipe se viram convidados a ajudar a finalizar o jogo que fechava a trilogia.

“A primeira reação foi algo do tipo ‘wow, temos nosso jogo aqui. Temos esse projeto. Estamos dispostos a desistir disso para nos unir com outro estúdio?”, conta Schofield. Segundo ele, a oportunidade de colaborar com um jogo da franquia principal se mostrou tentador, o que fez com que o desenvolvimento de um Call of Duty em terceira pessoa fosse abandonado — decisão que se mostrou acertada e fez com que a moral da Sledgehammer Games aumentasse frente aos chefes da Activision.

Mudança de ritmo

“Mudar para um ciclo de três anos permite aos times uma série de coisas” explica o CEO da Activision Publishing, Eric Hirshberg. “Primeiro, isso lhes dá a oportunidade de falhar durante o processo criativo, o que permite criar coisas que não chegam a aparecer no disco. Em um processo de dois anos, todas as linhas de código escritas parecem fazer parte de uma corrida em direção ao lançamento”, afirma.“Queremos poder tentar coisas novas, novas mecânicas e ângulos inéditos dentro do jogo”.


Ao deixar a franquia nas mãos de Sledgehammer, a Activision decidiu deixar um pouco de lado os momentos dignos de um filme dirigido por Michael Bay para apostar em situações mais variadas. “Como jogador, Dead Space é uma das minhas narrativas favoritas”, afirma Hirshberg. “Foi um triunfo em matéria de atmosfera e gráficos em seu tempo. Sou um grande fã do ‘pedigree’ desses caras, que construíram um time triplo-A a seu redor”.

Advanced Warfare tem como cenário o ano 2052, cuja construção tem como base tecnologias militares atualmente em fase conceitual ou que existem na forma de protótipos. Para garantir uma construção fiel de ambientes, a equipe responsável consultou especialistas da área como Mitchel Hall, do time SEAL Six, e Mark Boal, escritor de “Guerra ao Terror” e “A Hora Mais Escura”.


A intenção da Sledgehammer é criar uma visão mais realista do futuro que não consiste em simplesmente adicionar robôs e lasers à série. Além disso, a companhia também aposta na construção de inimigos com mais nuances do que aqueles a que estamos acostumados, que, em geral, se tratam de soldados sem rosto que trabalham para companhias militares privadas.

Hardware novo

Segundo o cofundador da Sledghammer, Michael Condrey, Advanced Warfare possui uma engine totalmente nova, construída com base no que o PlayStation 4 e o Xbox One têm a oferecer. Assim, os fãs da franquia podem esperar uma evolução e um nível de detalhes muito maior do que aquele visto em Call of Duty: Ghosts, que, apesar de possuir gráficos agradáveis, não se mostrou tão surpreendente a ponto de justificar a transição para as novas plataformas da Sony e da Microsoft.

O jogador na pele do personagem

O grande nome de Advanced Warfare é a Atlas Corporation, companhia privada conhecida pelas atitudes filantrópicas que é quase sempre a primeira organização a aparecer em áreas de desastre para “arrumar as coisas”. Dentro do cenário fictício do jogo, a corporação se instalou em Bagdá após a primeira Guerra do Golfo e, em três anos, fez mais pela população local do que o governo local realizou em 50 anos.


A empresa pode atuar livremente sem influência do governo ou do congresso, possuindo fundos vastos que a permitem obter resultados em um ritmo acelerado. O CEO da companhia, Jonathan Irons (interpretado por Kevin Spacey), construiu a corporação a partir do zero e a tornou o maior exército privado do planeta, com direito a um cargo no Conselho de Segurança da ONU.

O jogador controla o soldado raso Mitchell (com voz de Troy Baker,o Joel de The Last of Us e o Booker DeWitt de BioShock Infinite), um personagem com histórico genérico — característica construída de forma intencional. O estúdio quer que os jogadores realmente se sintam na pele do personagem, que só fala durante as cenas de corte e nunca se comunica diretamente durante os combates.

“Houve um custo em fazer essa decisão”, afirma o diretor criativo Bret Robbins. “Eu não posso fazer os jogadores controlarem um submarino e um avião a jato — é abusar da imaginação acreditar que Mitchell pode fazer todas essas coisas. No entanto, valeu a pena pagar o preço exigido, já que, com isso, posso contar a história de um único soldado durante toda a campanha.”


Mitchell se une à Atlas e passa a usar um exoesquesleto moderno, baseado em projetos atualmente desenvolvidos pela DARPA e pela Ekso Bionics. Após cada missão, os jogadores podem investir em melhorias para o equipamento, que vão desde um melhor uso de proteções presentes no ambiente até superpulos, luvas magnéticas para escalar prédios e camuflagem ótica, entre outras opções.

“Camuflagens do tipo no ano 2052 são algo provável”, afirma Michael Belfiore, autor do livro “The Department of Mad Scientists: How DARPA is Remaking Our World”. “Vi experimentos em que eles conseguem curvar a luz ao redor de uma substância. Metamateriais podem se moldar dependendo de comandos diferentes e se combinar a processadores que observam o ambiente ao redor”, explica.

Todo o arsenal terá características futuristas, como granadas que mudam de função de maneira dinâmica e pequenos drones que entregam a posição de adversários. “Há uma divisão de pesquiisa da Marinha em Dartmouth que veio até nós e disse ‘O que vocês estão mostrando em Call of Duty são as mesmas coisas em que estamos trabalhando’”, afirma Condrey.

Mantendo a franquia relevante

A introdução de um novo ritmo de jogo e a aposta em atmosferas mais variadas são somente algumas das mudanças que a Sledgehammer Games utilizou para deixar sua marca na série Call of Duty. O cenário futurista de Advanced Warfare pode ser encarado até mesmo como uma metáfora para a maneira como o estúdio pretende moldar a franquia a uma nova geração de consoles.


Com a confiança que a Activision depositou na empresa e o tempo que ela teve à disposição para criar novas ideias e mecânicas, essa pode ser a chance de a franquia se reinventar e deixar de lado as críticas aos jogos mais recentes. Ao menos se depender do histórico dos profissionais envolvidos, a série pode ter encontrado o caminho para ganhar um novo fôlego e continuar sua trajetória de sucesso.

E o PlayStation 3 e o Xbox 360?

Embora Advanced Warfare esteja sendo desenvolvido com foco nos novos consoles, a Activision não se esqueceu dos donos do Xbox 360 e do PlayStation 3. No entanto, as versões para essas plataformas não vão ser desenvolvidas pela Sledgehammer Games, ficando a cargo de um estúdio terceiro cuja identidade ainda não foi revelada.

Via BJ

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