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29 de junho de 2014

8 motivos para Bloodborne ser um sucesso para os fãs de Dark Souls


Bloodborne e Dark Souls compartilham muitos traços entre si: mesmo estúdio, mesmo diretor e até uma proposta recheada de mortes são alguns dos pontos que ligam os dois títulos entre si. Mas a grande dúvida que persiste na cabeça de alguns fãs é se o título do PlayStation 4 irá manter o sucesso de Hidetaka Miyazaki, já que dessa vez a proposta da From Software é muito mais obscura que as demais criações do diretor.

Não podemos esquecer, no entanto, que Bloodborne é um jogo totalmente novo. Enquanto alguns elementos se mantêm das criações anteriores, outras chegarão para tornar as possibilidades muito maiores para os jogadores. Entre elas estão a transformação de armas e novos equipamentos para os personagens.

Mas não é só isso que estará presente no jogo, já que a atmosfera densa e misteriosa abrirá uma experiência totalmente nova para quem já é fã das peculiaridades de Dark Souls. Nessa expectativa, separamos aqui oito razões para deixar sua mente ansiando pelos desafios que logo estarão chegando exclusivamente para o PlayStation 4.


1. Um passado de sucesso

Não é preciso dizer que o portfólio de Miyazaki tem obras que conquistaram o público gamer, não é mesmo? Demon’s Souls, Dark Souls e a continuação Dark Souls 2 são alguns dos títulos que marcam o passado da equipe com grande sucesso.

No entanto, a entrada da Sony e a exclusividade para o PlayStation 4 são elementos não podem ser ignorados, mostrando que há muitas novas possibilidades sendo preparadas para os fãs especialmente para o console.

2. Uma influência marcante nos cenários

As ruas e os ambientes de Bloodborne apresentam uma dose bem trabalhada de referências à era vitoriana e aos filmes de terror gótico – dois movimentos que se entrelaçam de forma muito singular e marcante nas imagens já divulgadas do jogo. Os cenários misturam a escuridão e a ameaçadora presença de criaturas dignas da literatura, como vampiros e lobisomens.


A arquitetura da fictícia cidade de Yharnham também tem influências bem trabalhadas das cidades europeias, criando a ambientação de uma inquieta Londres vitoriana ameaçada por um vírus que transforma as pessoas em monstros. Sendo assim, encaramos uma batalha dos homens contra a sua própria natureza sombria... Um conflito constante do trágico período a que o jogo se referencia.

3. Lutas muito mais agressivas

Enquanto Dark Souls é extremamente conhecido pela postura defensiva que os jogadores tomam para contra-atacar os golpes dos adversários, a proposta de Bloodborne é que as batalhas sejam muito mais ativas e agressivas, encorajando todos a manterem um ataque constante.

Casos assim poderão ser encontrados aos montes no novo jogo. Em determinado momento, por exemplo, você estará enfrentando três adversários com armas de mão, um atirador e um cão totalmente imprevisível. Fugir dos ataques e prever os golpes será uma das maneiras mais frequentes para lidar com os desafios.


4. Novas armas para resolver os problemas

As armas em Bloodborne poderão receber customizações e abrir a possibilidades de novos ataques e habilidades – e isso poderá ser feito mesmo durante os combates, ajudando você a se adaptar ao desafio que está enfrentando.

Armas de fogo também estarão presentes, mas não pense que você poderá levar a batalha para longe. Elas servirão mais como meios de contra-atacar os adversários, causando um estrago massivo em curta distância.

5. As feras também são belas


Além de estarmos em um ambiente recheado de detalhes, a potência da nova geração também permitirá monstros e cenários com visuais incríveis. A escassa iluminação refletindo na calçada dará uma nova experiência para os confiantes jogadores de Dark Souls – principalmente quando uma abominação aparecer do nada e tentar esmagar seu personagem com suas imensas garras.

6. Recompensas durante a exploração

Toda as regiões de Yharnham serão conectadas, mas a cidade se expandirá para diversos locais que poderão ser intensamente explorados pelo jogador. No entanto, Miyazaki prometeu que o local contará com diversos distritos diferentes, e que passagens secretas poderão se encontradas para tornar as caminhadas mais curtas e misteriosas.

7. Inimigos imprevisíveis

Aqueles esqueletos estão sempre no mesmo local em Dark Souls. Não importa quantas vezes você volte para a fogueira, eles estarão defendendo aquele território por toda a eternidade. Em Bloodborne, os monstros se movimentarão pela cidade como verdadeiros caçadores em busca da presa – e se movimentar exigirá muito mais cuidado.


Mais do que isso: você poderá salvar os cidadãos dos ataques das bestas para que mais tarde eles lhe ajudem contra os poderosos chefes. Este sistema não lhe parece familiar?

8. Trocando as almas pelo sangue?

Ainda é pura especulação, mas os fãs de Dark Souls sabem o quão importante é coletar as almas para melhorar todos os quesitos do seu personagem. E, levando em conta o nome do título e como ele influencia na trajetória do herói, talvez possamos ver a coleta de sangue como fundamental para o aprimoramento do personagem. Afinal, não estamos falando de um guerreiro nascido do sangue?

Fonte - BJ

25 de junho de 2014

Confira novos detalhes sobre o enredo de Bloodborne


A Sony Computer Entertainment Japão e Ásia revelou mais informações sobre a história do novo jogo exclusivo para PlayStation 4: Bloodborne, produzido pela empresa From Software. O título será dirigido por Hidetaka Miyazaki, o mesmo criador de Demon’s Souls. Na própria E3, alguns detalhes foram generosamente liberados e exibidos para um seleto público.

A seguir, você confere um pouco da história do game revelada pela Sony:

“O jogo se passa no século 19, na Era Vitoriana. Localizada em uma distante região montanhosa afastada do resto da civilização, está situada a antiga cidade de Yharnam. O local é brilhante e, nele, a fé ingênua deu lugar ao orgulho — sendo também reconhecido como um centro de aprendizado para os antigos ensinamentos medicinais.”

“Todavia, agora a cidade foi afetada por uma terrível epidemia comumente conhecida como 'a praga da fera'. Portanto, Yharnam perdeu sua fama e ficou conhecida como um local amaldiçoado.”

“Hoje em dia, a 'Caça à Fera' acontece todas as noites na cidade. Logo, o local foi preenchido com o cheiro de sangue, monstros e morte. Há uma atmosfera muito peculiar enquanto a multidão realiza a 'Caça à Fera' pelas ruas de Yharnam. Sem nenhuma explicação plausível, os cidadãos vagueiam sem rumo, com olhos confusos, armas e tochas nas mãos.”

“Inimigos sobrenaturais de diferente formas e tamanho atacam os caçadores. Alguns são muito maiores que os homens e possuem garras extremamente afiadas. Seres que atacam com uma velocidade extremamente mais rápida do que o seu tamanho permite exigem que os habitantes estejam sempre atentos e prontos para reagir. A partir disso, começa uma batalha desesperadora para assegurar um pouco mais de vida aos sobreviventes.”


Com uma premissa dessas, é de se esperar que o jogo seja ainda mais desafiador que o Demon’s Souls. Segundo Shuhei Yoshida, o “game é uma experiência fantástica”. 

Via - DualShockers | BJ

23 de junho de 2014

Conheça alguns detalhes de Bloodborne: armas, visual, sanguinolência e mais


Bloodborne foi um dos exclusivos anunciados na conferência da Sony na E3 que já deixa o hype tomar conta da comunidade. Alguns poucos sortudos conferiram uma belíssima apresentação a portas fechadas e o PlayStation Blog foi generoso ao compartilhar tais detalhes.

De acordo com o portal, os inimigos serão bem “malucos”. A equipe exemplificou com enorme pássaros que ficam presos ao chão e se definem como “corvos demônios”. As mecânicas de ataque e defesa serão emprestadas da franquia Souls, mas terão uma “relevância diferente”, sendo que o combate é mais baseado no ataque.

É possível segurar a tocha enquanto você dilacera os inimigos com a arma principal do personagem, a “serra-cutelo”, podendo combinar ataques com as duas armas. Aliás, essa serra tem dois estados diferentes: um mais aberto, em que o alcance é maior, e outro fechado, para ataques à curta distância.

A shotgun pode ser utilizada para atordoar inimigos. Depois, a serra termina o serviço. O sangue é “fora de controle” e jorra para todos os cantos. O sobretudo do personagem fica ensanguentado conforme os “litros” são jorrados. O visual, aliás, foi definido pela Sony como “incrível”, especialmente as ambientações. Há efeitos de luz e névoa que variam conforme o cenário e o contexto.

É bem possível que a Gamescom, em agosto, mostre mais detalhes. Bloodborne será exclusivo do PlayStation 4 e está previsto para 2015.

Via - BJ

Diretor explica transformação de armas e outros elementos de Bloodborne


Falando ao site 4Gamer, Hidetaka Miyazaki, diretor de Bloodborne, explicou alguns dos elementos presentes no jogo. Um detalhe mencionado por ele é que as armas usadas pelo protagonista podem se transformar, e esse será um dos pontos principais em uma das temáticas do jogo conhecida como “explorar o desconhecido”. 

“Sobre o tema ‘explorar o desconhecido’ que falei anteriormente, acho que o conceito pode ser aplicado aos elementos do jogo. O fator tático das novas ‘batalhas ativas’ é parte disso, mas também queríamos incluir elementos desconhecidos em vários aspectos da jogabilidade, como na construção do personagem e nas estratégias usadas pelo jogador. Queremos que eles se divirtam em suas jornadas tropeçando nesses elementos desconhecidos e descobrindo alguns deles”, comentou Miyazaki. 

“Por exemplo, posso explicar isso falando sobre os equipamentos que podem ser usados em conjunto com a arma de fogo e que podemos definir como itens ‘gimmick’. No trailer que mostramos na E3 apresentamos uma serra. Ela possui um formato único e também pode se transformar. Usar essas transformações é parte importante da jogabilidade, e há alguns ataques com efeitos especiais que só estão disponíveis no meio de uma transformação”, explicou o diretor. 

Em desenvolvimento para PlayStation 4, Bloodborne é aguardado para algum dia do primeiro trimestre de 2015.

20 de junho de 2014

Bloodborne: belo, intrigante, difícil e recompensador


O código genético de Bloodborne é certamente dos mais respeitáveis. Afinal, o projeto conjunto da From Software e da Sony Japan Studios traz no comando Hidetaka Miyazaki, cujo trabalho incrivelmente original em Demon’s Souls não apenas deu início a uma franquia de sucesso quanto também trouxe novas direções à indústria de jogos de forma geral.

Bem, mas será que Bloodborne realmente faz jus aos seus antecessores “espirituais”? Aparentemente, sim. Após seu anúncio — acompanhado de um belo trailer — durante a última edição da feira E3 (Electronic Entertainment Expo), Bloodborne tem ganhado ainda diversos detalhes que fazem crer que Miyazaki realmente não perdeu a mão.

Afinal, há aqui tudo o que se poderia esperar do criador da série “Souls”: história misteriosa, gráficos sombrios (embora estranhamente convidativos) e uma precisão cirúrgica na hora de definir a dificuldade do título.



Uma ligação misteriosa entre Bestas e Caçadores

No que se refere à história, trata-se aqui da mesma mescla comprovadamente funcional entre “mostrar” e “não mostrar”. Basicamente, o seu caçador (ou caçadora) habita uma cidade particularmente sombria durante o século XIX. Trata-se da “Cidade Anciã de Yharnam”, conforme disse o criador do game em entrevista à revista japonesa Famitsu.

Yharnam se localiza ao lado de um pântano que envolve segredos de arrepiar a espinha. “Todos sabem que há uma doença terrível, conhecida como ‘A Doença da Besta’, e também que há áreas amaldiçoadas.” A referida doença faz com que diversos moradores infectados passem a ocupar as ruas da cidade — o que, de fato, se parece muito com uma horda de zumbis.

Mas há um complemento necessário, é claro. “Os caçadores seguram uma tocha em uma das mãos e uma arma na outra”, consta na referida publicação, a qual menciona ainda armas exclusivas e certa “ligação misteriosa” entre caça e caçadores.


“Há aqueles que queimam as carcaças de bestas gigantescas. Um festim cruel que se desvela sob um belo luar — mas o que essas pessoas tem em comum com as bestas?”, continua a matéria. “A resposta ainda é desconhecida.”

Batalhas "até a morte"

Sendo um título com a assinatura de Hidetaka Miyazaki, é natural esperar aqui boas doses de desafio — quer dizer, nada de matar abominações apertando apenas um único botão enquanto espera pela próxima animação. Entretanto, Miyazaki faz questão de frisar: altos níveis de dificuldade, por si, não são a resposta. É preciso haver certo senso de recompensa.

“Pelo lado da produção, nós queremos que os jogadores temam os monstros e sintam que participam de uma batalha até a morte”, disse Miyazaki em entrevista ao site 4Gamer. “Nós nos empenhamos muito na criação de interações e de expressões tendo essa finalidade — e um bom exemplo é a sanguinolência.”


Ele continua: “Entretanto, a meta não é apenas irritar os jogadores com inimigos feios e aterrorizantes, (...) mas torná-los aliviados e felizes com o fato de que conseguiram sobreviver [ao encontro]. Nós queremos que os jogadores digam ‘Isso foi perigoso! Eu não acredito que consegui sobreviver.” Trata-se, portanto, mais de “temer” o inimigo do que de ganhar uma enorme pedra no sapato.

Ademais, agora é esperar pelos próximos detalhes — embora, considerando-se o histórico da série “Souls”, é de se acreditar que muita coisa será explicada apenas durante o jogo. Bloodborne deve dar as caras durante o primeiro trimestre de 2015, exclusivamente para o PlayStation 4.

Via - 4Gamer | BJ

16 de junho de 2014

Diretor de Bloodborne revela mais detalhes sobre o sangrento jogo do PS4


Depois de conquistar muitos fãs com uma temática sombria, sanguinária e desafiadora na E3, o diretor de Bloodborne, Hidetaka Miyazaki, compartilhou mais alguns detalhes sobre o jogo que pretende trazer uma experiência que apaixonará os fãs da franquia Souls. E as grandes novidades incluem um período de lançamento, mais animações durante o jogo e a possibilidade de melhorar as armas e desafios que mantenham o espírito desafiador que é marca registrada do diretor.

Se você já passou pelas dificuldades de um chefe em Dark Souls, também está pensando em como serão as penalidades de morte em Bloodborne. Embora sem muitos detalhes específicos, Miyazaki garantiu que uma morte não prejudicará o jogador a ponto de fazê-lo desistir da aventura. “Nós estamos ainda conduzindo algumas revisões para as penalidades, embora não planejemos torná-la muito severa”, apresentou o diretor em recente entrevista para a Dengeki Online.

No entanto, as conhecidas baixas no campo de batalha continuarão a ocorrer... E com frequência. “Enquanto as mortes serão frequentes neste jogo, é importante que elas não sejam muito estressantes para o jogador, possibilitando que ele fique motivado a aceitar o desafio. Dessa forma, estamos regulando as penalidades com esses quesitos na cabeça.”


O jogo também trará um sistema de aprimoramento de armas, embora o diretor tenha mantido em segredo alguns detalhes sobre essa nova opção. “Isso é um pouco fora do tópico, mas é vital dar aos jogadores uma ampla variedade de opções na batalha para garantir que eles continuem dando chance para o jogo. A intenção com o nosso design é de oferecer um sistema rico que inclua equipamentos como armas de fogo e armadilhas, entre outras opções”, explica Miyazaki.

“Assim como eu digo que vocês vão morrer muito nesse jogo, da mesma forma nós queremos dar aos jogadores a adrenalina de eles pensarem que estão em perigo e prestes a morrer, então estamos considerando as melhores maneiras de trabalhar com esse equilíbrio.”

O diretor ainda comentou que será possível jogar Bloodborne sem uma conexão com a internet, embora as funções online sejam desabilitadas nesse momento. A expectativa de Miyazaki, no entanto, é que, com ferramentas como DLC e patches, o número de possibilidades dos jogadores interagirem entre si está crescendo cada vez mais durante a produção do jogo.


Trabalhando com o PS4

O diretor ainda deu uma palavra com a Famitsu durante a E3 para comentar sobre a produção de Bloodborne no PlayStation 4. Segundo ele, o console está “além das expectativas”. “Uma vez que é um jogo novo em um hardware completamente novo, este é um título que nos traz muitos desafios”, comentou Miyazaki.

“Ainda assim, creio que o jogo está de acordo com o que somos. A filosofia fundamental de produção não mudou desde os tempos de Demon’s Souls e ainda estamos fazendo um jogo para todos os que amam video games.”

O diretor ainda não escondeu uma emoção com o novo console, revelando que ele permitirá muitas animações se comparado com os seus demais títulos. “Enquanto este jogo está sendo produzido, é muito emocionante imaginá-lo em sua forma final, e creio que este hardware torna este tipo de jogo possível para nós”.


E, entre todas as novidades do PlayStation 4, a função de compartilhar foi uma das que mais interessaram Miyazaki. “Creio que a função ‘Share’ é muito atrativa. Nós ainda estamos considerando como tirar vantagens concretas dela com a Sony.”

Enquanto o lançamento será exclusivo para o PlayStation 4, os fãs já ganharam uma data mais certa para saborear o show de sangue. Segundo um anúncio oficial divulgado pela Sony durante a E3, Bloodborne será disponibilizado no primeiro trimestre de 2015 em um lançamento global. Você já está se preparando para aceitar este desafio?

Via - BJ

14 de junho de 2014

“Bloodborne é uma experiência fantástica”, afirma Shuhei Yoshida


Em uma entrevista publicada no blog oficial da marca Playstation, Shuhei Yoshida, presidente da Sony Computer Entertainment Worldwide Studios, pediu desculpas aos fãs por mostrar tão pouco conteúdo de Bloodborne, novo game da From Software exclusivo para PS4. Contudo, o executivo também se mostrou animado com o desenvolvimento do título e caracterizou a experiência de jogá-lo como algo “incrível”.

“É lindo, grande e assustador, e tem muito sangue. É fantástico”, comenta Yoshida. O executivo também deixa a entender que a companhia planeja mostrar muito mais conteúdos do jogo durante a gamescom 2014 e a Tokyo Game Show 2014 – que ocorrem entre os dias 13 e 17 de agosto e 18 e 21 de setembro, respectivamente.

No topo desta notícia, você confere um trailer vazado recentemente e que mostra a jogabilidade do game com muito mais detalhes, em comparação com o vídeo oficialmente divulgado. Vale lembrar que a nossa equipe já conferiu uma demonstração de Bloodborne ao vivo durante a E3 2014 – se você ainda não viu, clique aqui para conferir nossas primeiras impressões sobre a obra.


Via - BJ

11 de junho de 2014

Bloodborne definitivamente não é Demon's Souls 2


Revelado oficialmente durante a conferência da Sony na E3 2014, Bloodborne (conhecido anteriormente como Project Beast) definitivamente não pode ser considerado um “Demon's Souls 2”, por mais que esteja sendo desenvolvido por parte do time que trabalhou no game original. O RPG de ação, exclusivo para PlayStation 4, está sendo produzido em uma parceria entre a From Software e a SCE Japan Studio, contando com o envolvimento do conhecido diretor Hidetaka Miyazaki.

Adotando uma ambientação gótica, o jogo tem como palco a cidade de Yharnam, conhecida por um remédio ancião bastante eficiente — e por uma maldição misteriosa. Você assume o papel de um peregrino que chega ao local em busca do item lendário e se vê forçado a confrontar as criaturas assustadoras, bestas e humanos atingidos por uma doença terrível.


Embora o game o esquema estratégico de Demon’s Souls, a From Software decidiu acelerar um pouco a ação, priorizando um estilo de jogo mais ativo do que aquele visto no game de PlayStation 3. Segundo os responsáveis pelo projeto, o poder do PlayStation 4 permitiu criar um universo envolvente com efeitos de iluminação que ajudam a criar uma atmosfera opressora e tensa.

Via - BJ

Confira toda a sanguinolência e brutalidade de Bloodborne


A possibilidade de termos o primeiro jogo da From Software para PlayStation 4 deixou todo mundo empolgado. Desde que as primeiras informações, ainda vagas, sobre o tal Project Beast começaram a surgir, muita gente foi à loucura. E o anúncio oficial do game na conferência da Sony era o que faltava para os fãs de Dark Souls migrarem de vez para a nova geração. Mas será que ele é realmente tudo isso?

Bloodborne é uma das principais atrações da Sony aqui na E3, sendo responsável por uma das maiores filas no local, atrás apenas de The Order: 1886. No entanto, como se trata de um título ainda em fase inicial de desenvolvimento, foi possível apenas acompanhar a jogatina de um dos produtores do game e conferir algumas das novidades que o estúdio planeja trazer.


Assim como os demais games da desenvolvedora, o foco aqui é a ambientação. Logo de cara, somos jogados em uma cidade aparentemente abandonada, mas que logo se revela ser um local para criaturas amaldiçoadas. E isso cria uma pressão enorme, já que a grande quantidade de becos, bueiros e demais estruturas podem se transformar em esconderijos perfeitos para ataques surpresas. Com isso, a sensação de perigo paira constantemente no ar.

O curioso é que esse clima lembra muito o clássico Resident Evil 4. Temos uma vila suspeita, pessoas amaldiçoadas e agressivas vagando sem rumo pelas vielas e muitas tochas e corpos queimando por todos os lados. 

Uma morte em cada mão

No entanto, as semelhanças param por aí, já que Bloodborne é muito mais pesado e sombrio do que o retorno de Leon. E sanguinolento, já que todos os ataques realizados pelo protagonista resultam em litros e litros de sangue sendo jorrados pelo cenário. Não é à toa que, em poucos minutos de teste, o personagem já estava completamente pintado de vermelho.


Para isso, ele conta com dois tipos de armas. A primeira é uma espécie de lâmina gigante, um misto de foice e machado, que ele manuseia habilmente com uma única mão, dilacerando as criaturas com bastante estilo. A outra é algo parecido com um bacamarte, uma espingarda de grosso calibre que nós vamos chamar carinhosamente de “trabuco” para facilitar a imaginação de todos – e soar muito mais legal.

Como o personagem não precisa optar entre um e outra, estando sempre com os dois equipamentos em mãos, isso torna a jogabilidade bem mais variada. Isso porque é possível alternar entre um tiro e ataques físicos com bastante facilidade, ampliando o leque de possibilidades estratégicas.

Isso fica bem claro já nos primeiros minutos de demonstração, quando o jogador se depara com um inimigo bem maior do que as esqueléticas ameaças anteriores. Enorme, bruto e carregando com facilidade um grande pedaço de concreto, ele logo parte para cima de você e mostra como você terá de se virar para sobreviver neste mundo.


Até então, os inimigos que cruzaram o caminho do personagem eram bem simples. Pequenos e raquíticos, bastavam um ou dois golpes para que eles tombassem em uma poça de sangue à sua frente. Com este, no entanto, as coisas são mais complicadas. Detentor de uma força descomunal, ele exige que você explore bem o sistema de esquiva e aproveite as vantagens de ter dois tipos de armas sempre à mão.

Desse modo, é possível perceber que a mecânica geral de Bloodborne será baseada exatamente no timing de seus movimentos. Saber quando esquivar, quando usar seu trabuco ou quando partir para cima com sua lâmina gigante é essencial e o que vai separar os guerreiros de verdade daqueles que vão morrer dezenas e dezenas de vezes.


Isso se repete durante a batalha contra o chefe que finaliza a demo. Uma criatura gigantesca, semelhante ao lendário Baphomet, surge do alto de uma construção e parte para cima do personagem. Seja com suas investidas diretas ou seus grandes saltos, o jogador precisa se desviar no momento certo para usar o bacamarte como quebra de defesa. É somente quando o monstro abre sua guarda que ele pode partir para cima com a lâmina e causar algum tipo de dano – um processo que requer paciência e muita disciplina por parte dos aventureiros.

Um perigo a cada esquina

Como dito anteriormente, o fato de o jogo se passar em uma cidade do século XVIII ou XIX cria várias possibilidades. O design do ambiente é feito para que você sinta-se constantemente ameaçado – e, mais do que isso, faz com que essa sensação não seja em vão. Quando você menos espera, surge uma criatura para tentar matá-lo.

Porém, enquanto os inimigos padrão parecem ser relativamente fáceis de serem derrotados, outros vão exigir um pouco mais de habilidade e paciência. Não que isso seja um problema, já que os fãs da From Software não esperavam nada diferente disso.


Um dos pontos altos do trailer de Bloodborne exibido na conferencia da Sony foi exatamente a aparição dos cães do inferno. E, como é de se imaginar, eles são realmente animais malditos e que vão fazê-lo suar frio em frente ao Playstation 4. Como eles são mais rápidos e relativamente menores do que os demais oponentes, você precisa tomar muito cuidado para não tombar diante das mordidas.

Novamente, a combinação de armas e esquivas se vê necessária. O destaque, no entanto, é que o produtor fez alguma firula em que o personagem finaliza o animal de maneira bastante brutal. Mais sangue voa pela tela, dando um brilho rubro à pouca iluminada rua.

Como a cidade é cercada de construções bem variadas, o jogador tem bastante liberdade para explorá-las de diferentes formas. O design do local oferece várias possibilidades, desde escalar alguns locais até descobrir passagens alternativas para evitar confrontos.


Além disso, não é estranho encontrar outros sobreviventes tentando acabar com a maldição que caiu sobre o lugar. Segundo o produtor, o que vimos em tela era um NPC lutando contra uma das criaturas e cabe ao jogador decidir se vai ou não ajudá-lo. Os samaritanos podem se beneficiar de recompensas dadas por esses personagens, mas os oportunistas podem ver ali uma brecha para avançar sem arriscar sua cabeça.

Ainda falta muito

Por mais que Bloodborne pareça bastante promissor, é nítido que ainda resta muito trabalho para a From Software. A começar pela enorme instabilidade do jogo, que mais parecia uma apresentação de slides do que um game de nova geração. Apesar de muito bonito, era nítido que tudo estava abaixo de 30 fps, uma vez toda a movimentação era lenta e bastante travada. Isso porque nem havia tanta coisa acontecendo na tela e até o próprio produtor procurava andar para evitar que a velocidade do personagem tornasse as coisas ainda mais pesadas.


Não foi à toa que ele sofreu bastante para enfrentar alguns inimigos mais poderosos, uma vez que a lentidão dificultava a ação. Quando era preciso correr, esquiar e girar a câmera, a imagem quase congelava de vez.

Outro ponto que chamou a atenção foi a inteligência artificial dos oponentes, que não estava tão inteligente assim. A reação deles à presença do personagem é demorada e, por isso, quase nunca representam uma ameaça realmente assustadora. Aliado à fragilidade desses seres que vimos na demo, parece que a dificuldade que acompanha a série Souls não estará tão presente assim em Bloodbourne. No entanto, ainda há esperanças para que isso mude no futuro.

Bloodborne é o novo jogo impossível e viciante da FromSoftware [vídeo]


Em abril, a Sony registrou a marca Bloodborne e, na E3 2014, revelou oficialmente o jogo. Trata-se do próximo projeto da FromSoftware, que atendia antes pelo nome de Project Beast.

O trailer exibido na feira não revela muita coisa, mas faz o trabalho de preparar o terreno. Vemos cachorros demoníacos, camponeses com tochas e várias criaturas sombrias, além de um personagem munido de uma espécie de foice que corta tudo pelo caminho.

O jogo é um RPG de ação que se passa na cidade antiga e esquecida de Yharnam, conhecida por trabalhar com uma medicina antiga. Por isso, peregrinos sempre vão ao local, que também está amaldiçoado por uma terrível doença.

Uma morte a cada trinta segundos

Seu objetivo é passear pelas ruas da cidade, encarar criaturas bizarras e doentes e descobrir os segredos por trás dessa maldição. O combate é baseado em lutas intensas e com muita estratégia, no estilo "defenda e ataque na hora certa". Por conta da jogabilidade e do clima, o título já é considerado o "sucessor espiritual" de Demon's Souls.

  
  
  
  
  

A Sony fala ainda que, com o poder do PS4, a promessa é de efeitos de luz incríveis, deixando o clima ainda mais "dark". O modo online será revelado em breve com a possibilidade de compartilhar a aventura com outros jogadores em formas originais.

Aliás, as semelhanças não param por aí: o responsável por dirigir o projeto é Hidetaka Miyazaki, que comandou Demon's Souls e o primeiro Dark Souls. O lançamento está previsto para 2015 e o título é exclusivo do PS4.

Via - PS BLOG | BJ

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