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Mostrando postagens com marcador Xbox One sem Kinect. Mostrar todas as postagens
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16 de junho de 2014

Phil Spencer explica decisão de vender Xbox One sem o Kinect

Microsoft
Já não é novidade para ninguém que a decisão da Microsoft de vender um Xbox One sem o Kinect gerou muita polêmica. Afinal, a ideia não era justamente trazer uma maior base de jogadores para o acessório? Do ponto de vista de Phil Spencer, o novo chefe encarregado do Xbox, a questão acaba sendo exatamente o contrário.

“Pode parecer algo contrário, mas eu acredito que a decisão que fizemos de permitir às pessoas comprarem o Xbox One sem o Kinect incluído, no fim das contas, vai acabar levando a mais Kinects no mercado”, disse ele ao site Polygon. “Eu acredito que você precisa vender o console antes de você poder vender o Kinect”, explicou Spencer.

Boa parte disso se deve ao custo extra que o acessório traz ao Xbox One: “Eu tive que dar às pessoas uma escolha quando eles vão comprar um console, que nós temos um console que está a um preço competitivo, que está a um preço de entrada para eles”. A ideia, com isso, é dar às pessoas a chance de comprar o Kinect separadamente quando quiserem, mas não se sentirem obrigadas a pagar pelo acessório caso não desejem.

Nerdist

Melhor para os desenvolvedores

Outra vantagem que tal decisão deve trazer é com relação às empresas que estão trabalhando no desenvolvimento de games para a plataforma da Microsoft. Agora, no lugar de serem pressionadas a ter suporte para a tecnologia, elas têm a chance de decidir o que querem. “Desenvolvedores vão escolher quando o Kinect é parte da experiência e quando não é, e é assim que deve ser”, afirmou.

Spencer também disse que, com isso, ele quer voltar a focar o Xbox One nos jogos, tirando aquela imagem que havia sido deixada no anúncio do console meses atrás.

“Um monte desses jogos estão usando a voz, alguns estão usando gestos, um monte está usando o SmartGlass de maneiras interessantes, mas eu queria primeiro destacar o que a alma do jogo é, o que normalmente não é sobre as características de sua plataforma”.

Ele vai ainda mais longe em sua afirmação: de acordo com ele, não veremos a Microsoft pedindo que as desenvolvedoras criem jogos com foco no Kinect.

“Eu vou dizer que você precisa fazer jogos que são ótimos. Nós pensamos que o Kinect adiciona funcionalidades para a plataforma que fazem os jogos melhores, e os desenvolvedores vão usar isso quando eles pensarem que isso vai fazer seu jogo melhor”, explicou.


Kinect ainda importa

Isso não quer dizer que a empresa vai deixar o Kinect completamente de lado – como dito anteriormente, a proposta é incentivar o público a ter o console, para depois comprar o acessório.

“Eu acho incrível porque pessoas veem isso como um escape para a criatividade, seja em sua imersão, seja em sua integração de voz em alguma maneira interessante, seja por gestos”, disse Spencer. “Eu acho que as conversas criativas que estou tendo com os estúdios são mais sobre o que é o núcleo de seu game, e então o estúdio vem para mim e diz ‘É assim que o Kinect vai fazer isso melhor”.

Via - BJ

5 de junho de 2014

Versão do Xbox One sem Kinect terá 10% de ganho em poder gráfico

Digital Trends
Falando ao site Eurogamer, um representante da Microsoft revelou que a versão do Xbox One que chegará às lojas sem o Kinect terá uma diferença se comparada à edição convencional: ganho de até 10% no desempenho de processamento gráfico. 

‘Sim, os recursos adicionais vão permitir o uso de até 10% a mais de desempenho de processamento gráfico. Estamos empenhados em dar aos desenvolvedores mais ferramentas e flexibilidade para fazer seus jogos para Xbox One ainda melhores ao entregar a eles a opção de usar a reserva de processamento da forma que for melhor”, explicou o representante da Microsoft. 

Também foi dito que a Microsoft está trabalhando em novos kits que permitem aos desenvolvedores explorar esse adicional de poder na parte gráfica. Além disso, a empresa está acompanhando alguns deles para dar uma ideia de como podem tirar vantagem desse acréscimo. 

Uma mensagem publicada no Twitter por Phil Spencer na última quarta-feira (5) também deu a dica de que os produtores teriam acesso a mais poder de processamento gráfico. Porém, ele não mencionou se o sensor de movimento era o responsável por consumir parte dessa capacidade de desempenho na parte gráfica.

Via- BJ

23 de maio de 2014

Xbox One sem Kinect já tem produzido aumento na busca pelo console nos EUA

Digital Trends
Independentemente da reclamação de alguns ou aclamação de outros, parece que o preço mais baixo Xbox One sem Kinect já está fazendo crescer o interesse pelo console na América do Norte antes mesmo de seu lançamento, que está previsto para 9 de junho.

O presidente da rede de lojas GameStop, Tony Bartel, disse aos investidores: “Eu definitivamente penso que já estamos vendo em nossas lojas, tanto com o programa de reservas como com as recompensas PowerUp, que há uma demanda mais forte como resultado da queda de preço”.

Copo meio cheio

Na semana passada, o chefe da Microsoft European Studios, Phil Harrison, também falou em entrevista à revista Official Xbox Magazine sobre o assunto do console sem o acessório: “Há alguns dias nós fizemos um anúncio significante sobre dar aos jogadores uma escolha, uma escolha sobre como eles querem entrar no ecossistema do Xbox One, oferecendo uma versão do Xbox One com e sem o Kinect”.

“Isso é essencialmente bom para abrirmos o ecossistema do Xbox One. Mais consumidores comprando o Xbox One gera um ciclo virtuoso para que mais desenvolvedores criem games e mais consumidores joguem games, e é isso que nos comprometemos a alcançar e continuar fazendo”, disse Harrison.


“Mas nós continuamos comprometidos com o Kinect como uma forma ‘premium’ de experimentar a visão do Xbox One”, sustentou. “Mais de 80% dos Kinect dos Xbox One estão ativos, mais de 120 comandos de voz são realizados por dia em média em um perfil de usuário do console, então quando você tem essa experiência premium é quando o Xbox One torna-se vivo”

O futuro do acervo de jogos para Kinect

Uma das preocupações geradas desde o anúncio é que remover o sensor do console poderia resultar em mais jogos para a plataforma e menos jogos para o Kinect. O chefe das divisões Xbox, Phil Spencer, assegurou que os jogos para Kinect tem, sim, um futuro planejado, mas só saberemos do que se trata durante a E3.

Harrison também comentou sobre a coexistência de grandes blockbusters com games menores, como os títulos indies: “É incrível que agora estamos vendo grandes lançamentos AAA e jogos da ID@Xbox coexistindo em nossa plataforma, o que é exatamente a nossa visão”.

FONTE BJ

22 de maio de 2014

Xbox One quase foi construído com Kinect embutido, diz designer

Digital Trends
Muito se fala sobre a remoção do Kinect do kit do Xbox One, o que vai oferecer uma versão mais barata do console. Porém, essa dúvida de ter ou não o sensor de movimento no mesmo pacote teria sido sanada há algum tempo se uma ideia fosse aprovada: a de construir o video game com o acessório embutido. 

“Nós realmente construímos modelos [dessa versão com o Kinect embutido no console]. Nós nos desdobramos para perceber detalhes de coisas como 'podemos colocar tudo em um único produto? Vai funcionar?'”, revelou Carl Ledbetter, designer da Microsoft, em entrevista ao site Develop. 

Na mesma ocasião, Ledbetter também deu o seu parecer sobre a venda do Xbox One sem o Kinect, além de mencionar que “tudo funciona” na versão que será oferecida sem o sensor de movimentos.

Via DEVELOP

Vender Xbox One sem Kinect é bom para o consumidor, diz designer do sensor

Just Push Start
O anúncio de uma versão do Xbox One sem o Kinect parece ter dividido as opiniões do público e da indústria. Porém, para Carl Ledbetter, designer que trabalhou no sensor de movimentos, isso é algo “bom para o consumidor”. 

“Acho que compartilho da mesma opinião de que isso adiciona mais opções de escolha para os consumidores, e um novo ponto de partida para eles, o que é muito bom. Alguém pode comprar o console agora e quem sabe [o sensor] depois de um dia, uma semana, um mês. Eles sempre poderão comprar o Kinect, levá-lo para casa e conectá-lo ao console”, comentou Ledbetter em entrevista ao site Develop. 

A versão do Xbox One sem o Kinect foi anunciada na primeira quinzena deste mês, e estará disponível nos Estados Unidos a partir de 9 de junho por US$ 399.

Via Develop

19 de maio de 2014

Rare e Microsoft discutem planos para o futuro “pós-Kinect”

Xbox LIFE
Phil Spencer, o chefe da divisão que cuida do Xbox na Microsoft, afirmou que a companhia tem trabalho constantemente junto à importante desenvolvedora inglesa Rare, relação que tem se configurado como de altíssima importância. No entanto, ambas as empresas estão discutindo qual será o futuro desta união daqui para frente, uma vez que o Kinect não deve mais ser o foco da produtora de Kinect Sports Rivals.

Vale lembrar que essa situação é decorrente da resolução da responsável pelo Xbox One sobre não mais colocar o dispositivo captador de movimento obrigatoriamente dentro da caixa do console — o que gerou uma baita polêmica em todo o mundo na semana passada. Com isso, Spencer disse ao site da Official Xbox Magazine que essa decisão não gerou desavenças entre as empresas, nem tampouco consequências negativas.

“A Rare é uma empresa muito importante, que acaba de aparecer depois do grande sucesso no lançamento de Kinect Sports Rival. Eu já ouvi algumas pessoas me perguntando sobre o que a Rare pretende fazer agora — ela está em processo de avaliação para saber o que será feito na sequência. O certo é que nós estamos trabalhando muito próximos a eles para sabermos mais sobre seu novo projeto”, afirma Spencer.

Obrigando o pessoal a investir nisso

O chefe do Xbox também fez declarações defendendo a sua própria empresa sobre o fato de ela estar praticamente “forçando” as desenvolvedoras a incluírem funcionalidades para o Kinect dentro de seus games, bem como nos vindouros projetos direcionados ao dispositivo de captação de movimentos.

XboxLife

De acordo com Spencer: “Eu também rio quando as pessoas dizem que eu forcei elas [as desenvolvedoras] a fazer alguma coisa. Quem está em torno de estúdios independentes ou de processo criativo focado na independência (com a Rare) sabe que forçar as companhias a fazer alguma coisa nunca se configura como uma equação de sucesso”.

“Por isso, eles estão livres para procurarem qualquer outro tipo de produções e oportunidades, o que, na realidade, eles sempre estiveram. Nós estamos passando por um excelente processo trabalhando em conjunto com eles [com a Rare], a fim de saber qual será seu próximo jogo — apesar de que ainda não temos nada para anunciar”, finaliza o diretor do Xbox One.

Enfim, será que a Microsoft pretende esquecer o Kinect? O que você acha?

15 de maio de 2014

Sony vende mais PS4 por estar em mais regiões, diz executivo da Microsoft


Falando ao site da Forbes, Yusuf Mehdi, chefe de marketing e estratégia da Microsoft, explicou alguns dos motivos que, na opinião dele, dão à Sony a liderança na venda de consoles da nova geração. 

“É difícil dar uma informação precisa sobre essa diferença nas vendas [o PlayStation 4, até o momento, vendeu três milhões de unidades a mais que o Xbox One]. Eles [a Sony] estão em mais territórios do que nós. Eles atuam em mais de 40 mercados, enquanto nós temos presença em 13”, explicou Mehdi. 

O executivo também explicou que as pessoas ficaram mais satisfeitas com o Xbox 360 que com o PlayStation 3, então não sentiram a necessidade de trocar de plataforma tão rápido tendo em vista que o antecessor do Xbox One ainda recebe atualizações. 

Algo que pode ajudar a Microsoft nessa batalha é o anúncio de uma versão do Xbox One sem o Kinect, o que diminuirá o preço do console em US$ 100 (passando de US$ 499 para US$ 399). “Acho que isso [a mudança no preço] é algo atrativo e possivelmente vai atrair mais pessoas para o Xbox One em breve”, concluiu o funcionário da Microsoft.

Via BJ

14 de maio de 2014

Desenvolvedoras reagem à chegada do Xbox One sem Kinect


Embora muitos jogadores tenham visto o anúncio do Xbox One sem Kinect — e sua consequente queda de preço — como uma excelente notícia, a verdade é que nem todo mundo ficou tão satisfeito assim com a novidade. E, como era de se esperar, as desenvolvedoras que trabalhavam em títulos voltados para o acessório foram os que menos gostaram da notícia.

A Zoë Mode, responsável pela série Zumba Fitness, foi uma delas. Em entrevista ao site Develop, o chefe do estúdio comentou um pouco sobre o assunto e teceu algumas críticas à posição tomada pela Microsoft. Segundo Paul Mottram, colocar o sensor em segundo plano é matar de uma vez por todas as chances de alguém fazer um game original para o Kinect, limitando-o mais uma vez a jogos licenciados ou de dança — como aconteceu na geração passada.


Mottram diz entender as razões que levaram a companhia a tomar essa decisão e sabe que não deve ter sido fácil para os executivos, mas também sente muito por todos aqueles que estavam desenvolvendo games voltados para o acessório, pois sabe que a Microsoft “puxou o tapete” de todo mundo. Segundo ele, dificilmente os investimentos feitos em seus respectivos títulos vai ter o retorno esperado agora que o Kinect passou a ser uma peça dispensável.

O chefe do estúdio ressalta ainda que, apesar da necessidade do Xbox One de se tornar mais competitivo em termos de preço com o PlayStation 4, o Kinect era seu maior diferencial e que, mesmo não sendo perfeito, ele era o que tornava a plataforma única.

Por fim, Mottram afirma que deposita suas esperanças nas produtoras independentes, que podem aproveitar as vantagens do programa ID@Xbox para trazer algum game que realmente faça uso do sensor de movimentos de maneira mais significativa, fazendo aquilo que muita produtora grande gostaria, mas não encontrando o apoio necessário.

Harmonix entra na dança

E se o chefe da Zoë Mode foi mais tranquilo em suas declarações, alguns membros da Harmonix foram um pouco mais ácidos. Isso porque o estúdio está trabalhando no primeiro game AAA exclusivo do Kinect. E o que os criadores de Fantasia: Music Evolved acharam disso tudo?

Tão logo a Microsoft oficializou o anúncio, alguns membros da equipe partiram para o Twitter com comentários sarcásticos, principalmente agradecendo a companhia pelo “apoio”. Afinal, depois de carregar o primeiro Kinect praticamente sozinhos com a série Dance Central, deve ser muito animador levar essa facada nas costas.

Kinect não será vendido por apenas US$ 100, garante Phil Spencer


Já que a Microsoft decidiu vender o Xbox One sem o Kinect, não é difícil imaginar que ela pretende vender o acessório separadamente. Isso já é uma certeza. A verdadeira dúvida é quando e por quanto.

E, por mais que a empresa ainda não tenha nada concreto, engana-se quem acredita que ela pretende lançar o acessório pela diferença entre os dois modelos do console disponíveis. Em entrevista ao site IGN, o presidente da Microsoft Studios, Phil Spencer, disse duvidar piamente que periférico chegue às lojas por apenas US$ 100.

Segundo ele, oferecer o Kinect em conjunto com o video game faz com que a peça custe menos neste “pacote” do que quando ela é comercializada individualmente, o que significa que certamente podemos esperar um produto um pouco mais caro. Spencer não entrou em detalhes e nem antecipou o quanto mais isso vai pesar para o consumidor, mas prometeu trazer mais informações em breve.

O mesmo acontece com a data. De acordo com ele, o periférico não chegará às lojas na mesma data do Xbox One “pelado”, chegando um pouco depois. O dia exato não foi revelado.

Via BJ

Interface do One vai receber mudanças para facilitar navegação sem Kinect


Com o lançamento de uma versão do Xbox One sem o Kinect, muita gente se perguntou o que a Microsoft ia fazer em relação à interface do console, uma vez que ela dependia muito dos recursos de comando de voz do periférico. E parece que há algumas mudanças a caminho para remediar isso.

Em entrevista ao site Engadget, o chefe do departamento de marketing da empresa, Yusef Mehdi, confirmou que a empresa vai redesenhar seu sistema operacional para que ele fique mais intuitivo, principalmente para quem for controlá-lo pelo joystick.

Como a interface foi desenvolvida com os recursos do Kinect em mente, Mehdi conta que a Microsoft está ciente de fazer alterações e algumas melhorias para agraciar também os jogadores que não contarão com o controle de voz, facilitando principalmente a navegação.

De acordo com o executivo, contudo, essas mudanças não estarão disponíveis tão logo o novo modelo do One chegue às lojas, no próximo dia 9 de junho. Segundo Mehdi, a companhia vai liberar as primeiras informações sobre a atualização somente nos próximos meses, uma vez que a equipe responsável ainda está trabalhando nisso.

Via BJ

Ao dispensar o Kinect, Microsoft quer melhorar o desempenho do Xbox One


Ao que parece, o anúncio de que o Xbox One vai chegar às lojas em uma versão sem o Kinect vai um pouco além de uma simples questão estratégica para baratear o console e torná-lo mais competitivo. De acordo com a Microsoft, separar o sistema do periférico vai ajudar também a melhorar seu desempenho.

Em uma entrevista ao site Polygon, o vice-presidente corporativo de dispositivos da empresa, Yusef Mehdi, afirmou que essa medida vai permitir que a companhia utilize os recursos que era utilizados inicialmente pelo sensor para melhorar a performance do console em outras áreas.


Segundo Mehdi, o Xbox One possui uma espécie de reserva no sistema de processamento da GPU de 10% destinado ao Kinect e a algumas funções relacionadas, como a Snap. A ideia é que, com essa revisão na arquitetura do console, os estúdios tenham mais liberdade para trabalhar e decidir onde esse “extra” pode ser aplicado em seus jogos.

E a Microsoft já está conversando com vários desenvolvedores para saber como esse processamento adicional pode ser aplicado em um primeiro momento. De acordo com o vice-presidente, teremos mais informações sobre isso em breve.

Comprometimento com o Kinect

Embora o anúncio tenha praticamente colocado o novo Kinect para escanteio, Yusef Mehdi faz questão de deixar bem claro que isso não significa que a Microsoft vai deixar o acessório de lado. Segundo o executivo, a companhia vai continuar dedicada à visão de que o periférico é uma peça fundamental da experiência de nova geração imaginada pela empresa e que nenhum dos recursos destacados no lançamento será ignorado. Trata-se apenas de uma nova opção.


Além disso, ele afirmou que os consumidores que adquiriram o console “completo” poderão desfrutar de uma experiência Premium que somente quem contar com o sensor vai poder conferir. Tanto que é por isso que a Microsoft não planeja lançar nenhuma vantagem para os entusiastas.

Um mau negócio?

Se a Microsoft sabia que o Kinect consumia um porcentagem de processamento do Xbox One, por que ela insistiu em fazer com que o periférico fosse parte fundamental — e, por algum tempo, obrigatória — do sistema? Seria o sensor de movimento um mau negócio no fim das contas?

Na verdade, não. Embora essa seja a conclusão mais fácil de ser feita, ela ignora completamente o fator estratégico que é, de fato, muito importante. A empresa nunca tratou o console como uma supermáquina como muitos fãs gostam de pensar, mas como uma plataforma tudo em um e com várias funções exclusivas. Era uma plataforma diferente.


Desse modo, “sacrificar” parte do processamento que poderia ser usado em um jogo para beneficiar outras áreas que eram únicas do console é algo bastante lógico. Tratava-se de apostar em seu diferencial. Como apontamos na análise do One, a integração com o Kinect e a utilização de suas funções era realmente muito útil e o que diferenciava o sucessor do Xbox 360 de tudo aquilo que já tínhamos visto.

Isso não quer dizer que o Kinect era um “parasita”, como muita gente certamente vai pensar. A revisão na arquitetura vai apenas permitir que os jogos que não utilizem o acessório de maneira mais efetiva aproveitem parte desses recursos em algo mais vantajoso para o jogador, otimizando o desempenho geral.

Via BJ

13 de maio de 2014

Xbox One sem Kinect chega ao Brasil por R$ 1.999


A notícia de que o Xbox One chegaria às lojas sem o Kinect pegou muita gente de surpresa, mas também serviu como aquela ponta de esperança para quem esperava comprar seu console de nova geração por um preço mais amigável. Afinal, o corte de US$ 100 no preço norte-americano certamente teria um reflexo no Brasil. E eis que finalmente temos a resposta.

A Microsoft revelou a partir de seu site oficial que o novo modelo do aparelho chega às lojas brasileiras também em junho custando R$ 1.999,00. Levando em consideração que o One completo custa R$ 2.300, trata-se de um corte significativo, mas ainda bem abaixo do que muita gente esperava.

Vale destacar que, ao contrário do anúncio internacional, a Microsoft Brasil não trouxe uma data de lançamento específica, se limitando a dizer que o console chega no próximo mês.

E não há como negar que a redução anunciada pela empresa torna o One ainda mais interessante e competitivo no mercado brasileiro. Como seu principal concorrente, o PlayStation 4, é vendido em lojas oficiais por módicos R$ 4 mil, o fato de termos um aparelho custando exatamente a metade pode ser bem mais atraente aos olhos do consumidor.

O mesmo deve refletir no chamado mercado alternativo. O preço médio do PS4 nessas lojas é de R$ 2 mil e o One completo pode ser encontrado entre R$ 1,6 mil e R$ 1,8 mil. Se a tendência se repetir, o modelo sem Kinect pode aparecer como uma opção ainda mais econômica e que pode dar à Microsoft uma ampla vantagem no Brasil.

Via BJ

Será possível acessar conteúdo multimídia no Xbox sem ser assinante Gold


Confirmando os boatos que surgiram no início desta terça-feira, a Microsoft anunciou que não será mais preciso ser assinante Gold da LIVE para acessar conteúdos multimídia em seus consoles. Isso significa basta ter um Xbox 360 ou um One para poder acessar todo o conteúdo de serviços como Netflix, Hulu e HBO Go.

A liberação acontece já no próximo mês de junho, juntamente com as demais novidades anunciadas pela companhia nesta terça-feira. A confirmação foi feita em seu site oficial juntamente com o anúncio do Xbox One sem Kinect e com a estreia dos jogos de nova geração no programa Games with Gold.

E trata-se de uma excelente notícia para os donos dos respectivos consoles, uma vez que a cobrança dupla exigida pela Microsoft durante anos não fazia o menor sentido. Afinal, além de assinar o serviço desejado, o usuário era obrigado a pagar também a LIVE para poder acessar aquele conteúdo que ele já havia adquirido. A partir do próximo mês, essa barreira deixa de existir e o sistema passa a ser mais “amigável” para aqueles que querem apenas uma alternativa para assistir a um filme.

Via BJ

Microsoft anuncia versão do Xbox One sem Kinect por US$ 399


Confirmando os rumores que há tempos rondavam os fóruns e redes sociais, a Microsoft finalmente anunciou que vai trazer o Xbox One sem o Kinect às lojas. A confirmação foi feita pela empresa na manhã desta terça-feira, pegando todo mundo de surpresa.

Os boatos sobre essa possibilidade não são novos e antecedem até mesmo a chegada do console ao mercado, em novembro do ano passado. E a razão para isso é bastante simples: sem o periférico, a Microsoft passa a vender seu sistema de nova geração por apenas US$ 399, ou seja, o mesmo valor cobrado pela Sony com o PlayStation 4.

A versão sem Kinect do Xbox One chega às lojas já no próximo dia 9 de junho —não coincidentemente, a mesma data da conferência da Microsoft na E3. Além disso, em seu comunicado oficial, a empresa afirma que esse modelo será disponibilizado em todos os mercados nos quais o console já é vendido, o que significa que podemos esperar seu lançamento também no Brasil.

Entramos em contato com a companhia para verificar qual será o preço nacional e, até o momento da publicação desta notícia, não obtivemos resposta. Assim que conseguirmos algo, atualizaremos este texto.

Atualizado: A Microsoft Brasil confirmou o preço do novo modelo no país. Segundo ela, o Xbox One sem Kinect chegará ainda em junho por R$ 1.999.

O que isso significa?

O anúncio dessa nova versão do Xbox One gera reflexões bastante contraditórias. Por um lado, temos a excelente notícia de que o console ficará mais barato, se igualando ao preço cobrado por seu principal concorrente — o que deve tornar as disputas de vendas ainda mais acirradas nos próximos meses. Para o consumidor, trata-se de uma excelente novidade.

Por outro lado, a remoção do Kinect do kit básico do console abre margem para várias interpretações não tão positivas assim. Primeiramente, esse é um atestado de que a Microsoft simplesmente decidiu abrir mão do que era um dos grandes diferenciais do console. Desde que o sistema foi anunciado, o sensor de movimento foi apresentado como responsável por criar uma experiência única ao jogador, seja dentro dos próprios jogos ou na navegação geral. Tanto que ele era, inicialmente, uma peça obrigatória do sistema.


Abandonar o acessório não só volta a tratá-lo como um periférico de uso questionável, como ainda tira todo o valor dos jogos que realmente utilizam aquela tecnologia. Trata-se do mesmo equívoco cometido na geração passada: subestimar um produto único e com muito potencial, transformando-o em um mero extra.

Isso sem falar que se trata de um golpe e tanto nos estúdios que estavam desenvolvendo títulos voltados para o Kinect, como é o caso da própria Rare. Essa mudança de estratégia pode abalar a confiança dos produtores que apostaram no dispositivo.

Além disso, como apontei na análise do Xbox One, a dependência do controle de voz que o console tinha na hora de utilizar os menus era um sintoma do quão complicada e confusa era a interface. Sem essa simplificação, muitos jogadores podem simplesmente se irritar com a burocracia que é navegar por entre as opções — a não ser, é claro, que uma atualização futura corrija isso.

De qualquer forma, vamos esperar a conferência da Microsoft na E3 para conferir quais são seus planos para o console agora que o Kinect deixou de ser uma "parte fundamental da experiência".

Via BJ

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