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26 de junho de 2014

Phil Spencer diz que DirectX 12 não trará uma “mudança massiva” ao Xbox One


A chegada do DirectX 12 ao Xbox One é algo que tem agitado a comunidade. O acréscimo teoricamente resolveria a desgastada novela relacionada à resolução e à taxa de quadros por segundos no console da Microsoft, além de facilitar a vida dos desenvolvedores. Mas a verdade é que Phil Spencer, chefão da divisão Xbox, disse que a atualização “não trará uma mudança massiva” ao aparelho, mas ajudará os desenvolvedores:
Spencer destacou também as expectativas da empresa nos estúdios first-party com projetos para o Xbox One, comparando-os com os third-parties
“Não acho que se trata de um gênero específico, mas sim de criar franquias exclusivas, assumindo alguns riscos que os third-parties não assumem. O que eu pergunto aos estúdios é a diferença desse jogo first-party, que tecnologia, design ou diferença criativa ele trará”, ponderou o executivo.

Os dizeres de Spencer são, no mínimo, sinceros. É interessante um executivo do porte dele não ficar somente falando pompas e graças de sua empresa, mas sim adotar uma postura sincera e falar, de forma transparente, como uma nova API pode alterar o console – mesmo que a mudança não seja drástica, porém muito útil, como o próprio chefão ressaltou.

Via - BJ

24 de junho de 2014

Phil Spencer diz que donos do Xbox 360 devem receber mais jogos no console


Phil Spencer, o chefe das divisões relacionadas ao Xbox da Microsoft, disse que a empresa possui obrigação de ainda oferecer suporte constante ao Xbox 360, apesar de o Xbox One estar se consolidando cada vez mais no mercado. Segundo ele, os jogos cross-gen serão comuns por algum tempo, já que maiores produções de jogos pensados exclusivamente no Xbox One devem demorar.

“Se você comprasse um Xbox 360 há um ano e meio, eu acho que nós teríamos obrigações com você”, disse Spencer. “Nós vamos vender milhões de unidades do Xbox 360 antes que essa geração acabe (...) e eu quero ter certeza de que haverá conteúdo para todas as pessoas”, comentou Spencer.

Transição de gerações

É claro que investir na nova geração é algo importante e crucial, porém nem todos os gamers adquiriram um Xbox One – algo que deve levar mais algum tempo para ocorrer. Por isso, abandonar os jogadores que ainda se divertem bastante no Xbox 360 é considerado um movimento errado.

É tudo parte de um equilíbrio balanceado, já que um forte line-up inicial é um bom modo de fazer com que desenvolvedores invistam em um novo console. Segundo Spencer, o momento atual é importante para os desenvolvedores third party por que estamos transitando entre as gerações. Afinal, já existem milhões de gamers consolidados no Xbox 360 e existe um grande impulso do mercado para alavancar o desenvolvimento de títulos para o Xbox One, criando jogos de qualidade em ambas as plataformas.

Via - BJ

Phil Spencer diz que os jogadores comprarão Kinect


O chefão da Microsoft, Phil Spencer, disse em recente entrevista a Games Industry que assim que a Microsoft lançar o Kinect avulso, os jogadores vão comprá-lo. A frase aparece justo agora que a empresa decidiu vender o Xbox One separadamente do gadget.

Na entrevista, Spencer dá os parabéns à Sony pela vantagem que tem na corrida dos consoles da nova geração, mas aponta que “É apenas a largada de uma grande maratona”. Enquanto que a Microsoft vendeu mais de 5 milhões de unidades do Xbox One, a Sony vendeu mais de 7 milhões de unidades do PlayStation 4 ao redor do mundo.


“Nós continuaremos a investir no Kinect” diz Spencer

“Vemos milhões e milhões de pessoas usando o Kinect atualmente. Temos bilhões de comandos de voz utilizados. A utilização do Kinect na casa das pessoas é incrivelmente grande. E como as pessoas ainda o utilizam, nós continuaremos a investir no Kinect, criando uma experiência cada vez melhor”, disse o executivo da Microsoft.

Com a intenção de igualar os preços com o PS4, a MS resolveu separar o Kinect do vídeo game em si e vender tudo separadamente, ao invés do bundle. O aparelho será vendido por US$ 399 — o mesmo preço do PlayStation 4 — e o Kinect, apesar de não ter preço anunciado, deverá chegar as lojas entre US$ 90 e US$ 110.

E finalmente, lançou “Os consumidores amam o acessório; eles amam a experiência. Eles vão comprar o Kinect!”. E quando questionado sobre o uso de VR — realidade virtual —, disse que “VR é uma tecnologia interessante. Ainda não sei se é popular entre as pessoas que o utilizam para jogar em suas casas. Mas é ótimo que os jogos saiam para o mundo real, sejam com o gadget da Sony como com o Oculus”.

Via - BJ

16 de junho de 2014

Phil Spencer explica decisão de vender Xbox One sem o Kinect

Microsoft
Já não é novidade para ninguém que a decisão da Microsoft de vender um Xbox One sem o Kinect gerou muita polêmica. Afinal, a ideia não era justamente trazer uma maior base de jogadores para o acessório? Do ponto de vista de Phil Spencer, o novo chefe encarregado do Xbox, a questão acaba sendo exatamente o contrário.

“Pode parecer algo contrário, mas eu acredito que a decisão que fizemos de permitir às pessoas comprarem o Xbox One sem o Kinect incluído, no fim das contas, vai acabar levando a mais Kinects no mercado”, disse ele ao site Polygon. “Eu acredito que você precisa vender o console antes de você poder vender o Kinect”, explicou Spencer.

Boa parte disso se deve ao custo extra que o acessório traz ao Xbox One: “Eu tive que dar às pessoas uma escolha quando eles vão comprar um console, que nós temos um console que está a um preço competitivo, que está a um preço de entrada para eles”. A ideia, com isso, é dar às pessoas a chance de comprar o Kinect separadamente quando quiserem, mas não se sentirem obrigadas a pagar pelo acessório caso não desejem.

Nerdist

Melhor para os desenvolvedores

Outra vantagem que tal decisão deve trazer é com relação às empresas que estão trabalhando no desenvolvimento de games para a plataforma da Microsoft. Agora, no lugar de serem pressionadas a ter suporte para a tecnologia, elas têm a chance de decidir o que querem. “Desenvolvedores vão escolher quando o Kinect é parte da experiência e quando não é, e é assim que deve ser”, afirmou.

Spencer também disse que, com isso, ele quer voltar a focar o Xbox One nos jogos, tirando aquela imagem que havia sido deixada no anúncio do console meses atrás.

“Um monte desses jogos estão usando a voz, alguns estão usando gestos, um monte está usando o SmartGlass de maneiras interessantes, mas eu queria primeiro destacar o que a alma do jogo é, o que normalmente não é sobre as características de sua plataforma”.

Ele vai ainda mais longe em sua afirmação: de acordo com ele, não veremos a Microsoft pedindo que as desenvolvedoras criem jogos com foco no Kinect.

“Eu vou dizer que você precisa fazer jogos que são ótimos. Nós pensamos que o Kinect adiciona funcionalidades para a plataforma que fazem os jogos melhores, e os desenvolvedores vão usar isso quando eles pensarem que isso vai fazer seu jogo melhor”, explicou.


Kinect ainda importa

Isso não quer dizer que a empresa vai deixar o Kinect completamente de lado – como dito anteriormente, a proposta é incentivar o público a ter o console, para depois comprar o acessório.

“Eu acho incrível porque pessoas veem isso como um escape para a criatividade, seja em sua imersão, seja em sua integração de voz em alguma maneira interessante, seja por gestos”, disse Spencer. “Eu acho que as conversas criativas que estou tendo com os estúdios são mais sobre o que é o núcleo de seu game, e então o estúdio vem para mim e diz ‘É assim que o Kinect vai fazer isso melhor”.

Via - BJ

29 de maio de 2014

Phil Spencer dá pistas sobre o que esperar da Microsoft na E3 2014

Gamefm
A E3 2014 está praticamente batendo à porta. Faltando pouco mais de uma semana para a conferência da Microsoft para o evento, Phil Spencer, chefe da divisão Xbox da empresa, deu algumas pistas no Twitter sobre o que esperar da companhia na feira. 

A primeira coisa mencionada por ele, ao ser questionado por um usuário que alegou ter ouvido que os estúdios principais da empresa mostrariam apenas jogos para Kinect, o executivo respondeu que “em duas semanas poderemos discutir o que mostramos”, dando a entender que o sensor de movimentos não será o foco da conferência. 

Também foi comentando que há alguns anúncios que a empresa fará que são especiais para Spencer (mas ele “não podia responder essa pergunta”), além de convocar a comunidade para dar sugestões sobre jogos antigos que devem ganhar nova chance. “Sim, mantenham viva a hashtag #bringbackOGxboxgames e enviem suas ideias”, escreveu o chefe da divisão Xbox. 

Por fim, foi dito ainda que a empresa está trabalhando em uma forma de fazer com que o sistema de enviar convites para amigos no Xbox One seja mais rápido. Porém, não houve menção de quando essa melhora será implementada.

Via BJ

19 de maio de 2014

Rare e Microsoft discutem planos para o futuro “pós-Kinect”

Xbox LIFE
Phil Spencer, o chefe da divisão que cuida do Xbox na Microsoft, afirmou que a companhia tem trabalho constantemente junto à importante desenvolvedora inglesa Rare, relação que tem se configurado como de altíssima importância. No entanto, ambas as empresas estão discutindo qual será o futuro desta união daqui para frente, uma vez que o Kinect não deve mais ser o foco da produtora de Kinect Sports Rivals.

Vale lembrar que essa situação é decorrente da resolução da responsável pelo Xbox One sobre não mais colocar o dispositivo captador de movimento obrigatoriamente dentro da caixa do console — o que gerou uma baita polêmica em todo o mundo na semana passada. Com isso, Spencer disse ao site da Official Xbox Magazine que essa decisão não gerou desavenças entre as empresas, nem tampouco consequências negativas.

“A Rare é uma empresa muito importante, que acaba de aparecer depois do grande sucesso no lançamento de Kinect Sports Rival. Eu já ouvi algumas pessoas me perguntando sobre o que a Rare pretende fazer agora — ela está em processo de avaliação para saber o que será feito na sequência. O certo é que nós estamos trabalhando muito próximos a eles para sabermos mais sobre seu novo projeto”, afirma Spencer.

Obrigando o pessoal a investir nisso

O chefe do Xbox também fez declarações defendendo a sua própria empresa sobre o fato de ela estar praticamente “forçando” as desenvolvedoras a incluírem funcionalidades para o Kinect dentro de seus games, bem como nos vindouros projetos direcionados ao dispositivo de captação de movimentos.

XboxLife

De acordo com Spencer: “Eu também rio quando as pessoas dizem que eu forcei elas [as desenvolvedoras] a fazer alguma coisa. Quem está em torno de estúdios independentes ou de processo criativo focado na independência (com a Rare) sabe que forçar as companhias a fazer alguma coisa nunca se configura como uma equação de sucesso”.

“Por isso, eles estão livres para procurarem qualquer outro tipo de produções e oportunidades, o que, na realidade, eles sempre estiveram. Nós estamos passando por um excelente processo trabalhando em conjunto com eles [com a Rare], a fim de saber qual será seu próximo jogo — apesar de que ainda não temos nada para anunciar”, finaliza o diretor do Xbox One.

Enfim, será que a Microsoft pretende esquecer o Kinect? O que você acha?

Muito mais que Halo 5: Microsoft quer fazer mais anúncios antes da E3


A Microsoft decidiu queimar a largada e revelou um de seus principais anúncios para a próxima E3. No entanto, Halo 5: Guardians não será o único grande game que a empresa vai trazer antes de sua conferência, no próximo dia 9 de junho.

O chefe da Microsoft Studios, Phil Spencer, confirmou em seu perfil no Twitter que a empresa pretende fazer mais apresentações do tipo nas próximas semanas. E, embora seja difícil imaginar o que pode ser mais impactante que um novo Halo, ele garante que os fãs do Xbox One e 360 vão ficar felizes com essas revelações antecipadas.
E a razão para isso é bastante simples: segundo Spencer, é muito mais fácil mostrar essas novidades antes da feira para, durante a conferência, se focar apenas nas novidades. Segundo ele, a intenção é fazer com que a apresentação seja mais interessante e que, para isso ser possível, é preciso fazer essa introdução antes da hora. Assim, o público já assimila a ideia e a Microsoft pode se dedicar àquilo que realmente importa.

Por fim, o presidente da Microsoft Studios disse ter ciência que é impossível agradar todo mundo, mas confia nas novas e antigas parcerias que serão mostradas nesta E3, principalmente por conta da excelente lineup que a empresa vai levar ao palco.

Via Gematsu

14 de maio de 2014

Kinect não será vendido por apenas US$ 100, garante Phil Spencer


Já que a Microsoft decidiu vender o Xbox One sem o Kinect, não é difícil imaginar que ela pretende vender o acessório separadamente. Isso já é uma certeza. A verdadeira dúvida é quando e por quanto.

E, por mais que a empresa ainda não tenha nada concreto, engana-se quem acredita que ela pretende lançar o acessório pela diferença entre os dois modelos do console disponíveis. Em entrevista ao site IGN, o presidente da Microsoft Studios, Phil Spencer, disse duvidar piamente que periférico chegue às lojas por apenas US$ 100.

Segundo ele, oferecer o Kinect em conjunto com o video game faz com que a peça custe menos neste “pacote” do que quando ela é comercializada individualmente, o que significa que certamente podemos esperar um produto um pouco mais caro. Spencer não entrou em detalhes e nem antecipou o quanto mais isso vai pesar para o consumidor, mas prometeu trazer mais informações em breve.

O mesmo acontece com a data. De acordo com ele, o periférico não chegará às lojas na mesma data do Xbox One “pelado”, chegando um pouco depois. O dia exato não foi revelado.

Via BJ

5 de maio de 2014

Phil Spencer fala da E3, Lost Odyssey e possibilidade de novo Battletoads


Phil Spencer, que assumiu recentemente a frente do departamento Xbox na Microsoft, acabou de retornar de Xangai, China, e tentando compensar sua ausência ele respondeu diversas perguntas dos fãs sobre a E3 ontem à noite. Para facilitar, resumimos em alguns pontos as informações mais importantes reveladas por ele em seu twitter oficial:

  • Spencer não acredita que a Microsoft venha a lançar um dispositivo portátil de games. Em vez disso, eles trabalharão no Windows Phone e tablets, que talvez ganhem suporte para controles um dia;
  • Ele quer fazer a apresentação da E3 mais focada nos fãs e está trabalhando em ideias para fazê-los sentir como se a conferência fossem para eles, ainda que não estejam em Los Angeles;

  • O foco principal será os “gamers hardcore”;
  • Havia uma ideia de que a narração da apresentação fosse feita pela Cortana, mas Spencer não aprovou. Ele gosta do Windows Phone, mas não quer “exagerar”;
  • Os fãs não terão que espera até a Tokyo Game Show para ver os jogos japoneses para Xbox (o que pode significar que os mesmos serão anunciados na própria E3);
  • Na conferência de 2014, a Microsoft mostrará “material, de grandes estúdios, com o qual está comprometida neste ano e no futuro”;
  • Teremos “algumas coisas” anunciadas antes da E3. Maio “poderá ser um bom mês para novidades”;

  • Spencer tem ordens estritas para não falar “sobre nada relacionado à propriedade intelectual da 343i” (também conhecida como "próximo Halo") antes da E3;
  • Tanto jogos totalmente novos quanto sequências serão anunciadas na apresentação deste ano.


Lost Odyssey e Battletoads

Falando de jogos japoneses, Spencer também comentou sobre Lost Odyssey, mencionando que “os direitos sobre esse daí estão numa situação um pouco complicada”, mas que ele gostaria de vê-lo nos Jogos sob Demanda da Live. Ele também comenta que talvez haja oportunidades de publicar propriedades intelectuais que a Microsoft possui mas que tem negligenciado como jogos digitais.

Finalmente, Spencer disse que o que impediu a Rare de fazer um novo Battletoads foi apenas tempo. Todos os times estão completos no momento e eles têm uma longa lista do que gostariam de fazer em seguida.

Muito trabalho

Uma coisa é certa: Phil Spencer anda bem ocupado e é difícil não ficar curioso com o resultado de todo esse trabalho em junho. Agora mesmo, enquanto essa notícia estava sendo postada, ele publicou em seu twitter: "Uma grande maneira de se começar a segunda-feira: revisando nossos planos para a E3 com o time Xbox e montando a apresentação".

Falta pouco mais de um mês e as expectativas só tendem a crescer. Fique ligado no BJ, pois traremos todas as novidades saindo do forno durante a cobertura dos eventos diretamente de Los Angeles.

Fonte BJ

27 de fevereiro de 2014

ID@Xbox conta com 200 estúdios independentes trabalhando com o Xbox One


O diretor do ID@Xbox, Chris Charla, anunciou que mais de 200 estúdios independentes estão criando jogos para o Xbox One por meio de kits de desenvolvimento oferecidos pelo programa. Enquanto nem todos foram anunciados, Charla apresentou uma lista de 65 estúdios que estão trabalhando no momento com o selo em títulos para o console. Veja todos a seguir:

  • 4gency
  • A Crowd of Monster
  • Alientrap Games
  • The Behemoth
  • BetaDwarf
  • Big Ant Studios
  • Bloober Team
  • Blowfish Studios
  • Brain in a Jar
  • Brushfire Games
  • Cherry Pop Games Ltd
  • Codeglue
  • Code-Monkeys
  • Compulsion Games
  • Crunching Koalas
  • Deco Digital
  • Empty Clip Studios
  • Escalation Studios
  • EXOR Studios
  • FarSight Studios
  • Fatshark
  • Flix Interactive
  • Four Door Lemon Ltd
  • Frambosa
  • Frima
  • Glass Bottom Games
  • HB Studios
  • Headup Games
  • Heart Machine
  • Holmade Games
  • Humble Hearts LLC
  • I Fight Bears
  • Implausible Industries
  • Iridium Studios
  • iSquared Games Ltd
  • Larian Studios
  • Mediatonic
  • MeinMein
  • Mighty Rabbit Studios
  • Mimimi Productions
  • nDreams Ltd
  • NeocoreGames
  • No Goblin
  • n-Space
  • Piwot
  • Pixel Balloon
  • Playdead
  • Rebellion
  • Relentless Software
  • RetroCoders
  • Ripstone
  • Robomodo
  • Ska Studios
  • Smudged Cat Games Ltd
  • Snowrunner
  • Spry Fox
  • Tiny Castle Studios
  • Toxic Games
  • Vector Unit
  • Vertigo Games BV
  • VooFoo Studios
  • Warhorse Studios
  • WaterMelon
  • Xona Games
  • Zoë Mode


Até o momento a companhia não apresentou muitos projetos de seu selo indie. No entanto, Phil Spencer, o diretor da Microsoft Studios, comentou nesta semana que a empresa planeja apresentar alguns títulos criados por meio do ID@Xbox durante a edição deste ano da GDC, que acontece entre os dias 17 e 21 do mês que vem.

Fonte BJ

“Três dos Games do Ano você joga apenas no Xbox One”, afirma Harvey Eagle

Em entrevista ao site OXM, Havery Eagle, diretor de marketing do Xbox One no Reino Unido, afirmou que três dos games mais esperados do ano e aclamados pela mídia podem ser jogados apenas por quem possui um console da Microsoft; Titanfall, Watch Dogs e Destiny são os títulos mencionados. De fato, isso é verdade, pois apesar de todos funcionarem em mais de uma plataforma, esta é PC ou consoles da Sony, nunca ambos.

Ontem, no Twitter, Phil Spencer (vice-presidente da Microsoft Studios) comentou sobre alguns jogos da empresa com seus seguidores, afirmando que ainda há títulos exclusivos e não anunciados para o Xbox One. Entre várias menções, vale citar a edição de aniversário de Fable, o reboot de Phantom Dust e uma nova franquia ainda não divulgada.

E você? Acha que o está “com a bola toda”, como o diretor de marketing do console dá a entender?

Fonte BJ

24 de fevereiro de 2014

JRPG para Xbox One? Piada de Phil Spencer sobre anúncio gera mal entendido


Phil Spencer acaba de entrar para a lista negra de muitos fãs “hardcore” de JRPGs, tudo por culpa de uma piada acidental que ganhou proporções grandes demais.

Tudo começou com uma pergunta feita a ele no Twitter. Nela, Spencer foi questionado sobre quando ele iria anunciar um JRPG feito por Hironobu Sakaguchi (criador de Final Fantasy, Last Story, Lost Odyssey, Blue Dragon, etc) para o Xbox One. Em sua resposta, o vice-presidente da Microsoft Studios respondeu simplesmente “Terça-feira”; um anúncio tão próximo levou fãs de Sakaguchi à loucura, e logo diversos sites estavam comentando do assunto.

Um grande engano

O único problema aqui estava em algo que poucos perceberam: a pessoa que fez a pergunta para Phil Spencer também pediu que ele “o animasse”, o que levou Spencer a fazer uma piada simples. A seriedade da resposta, no entanto, fez com que muitos acreditassem, até que o vice-presidente da Microsoft Studios viesse se corrigir sobre a questão.

“Eu não previ isso. O Cara me pediu para animá-lo, sinto se isso gerou barulho. Não escolhi um dia/ano. Sem anúncio na Terça, desculpa.”

Para tentar deixar um pouco mais claro, ele ainda continuou twittando:

“Agora eu sinto como se eu tivesse que bolar algo. Não estou realmente pronto para anunciar nada neste momento.”

Sem games de Sakaguchi tão cedo

Outro comentário feito por Phil Spencer durante toda a situação também deixou claro que os donos do Xbox One não devem ter esperanças de um novo game da autoria de Sakaguchi em um futuro próximo. Segundo um de seus tweets, Spencer não tem se comunicado há algum tempo com a Mistwalker (a empresa de Sakaguchi).

Se isso quer dizer que não teremos jogos de estilo japonês no Xbox One? Nem de longe. Como já havia sido dito anteriormente, a Microsoft tem alguns jogos do gênero prontos para serem revelados neste ano – resta torcer que eles o façam logo.

Fonte BJ

20 de fevereiro de 2014

Rime quase foi exclusivo do Xbox One


De acordo com documentos vazados pelo site VGLeaks, a desenvolvedora Tequila Works tentou financiamento da Microsoft para a criação do jogo Rime, conhecido na época como Echoes of Siren; logo, o game teria sido um exclusivo do Xbox One, o que não aconteceu. Como a empresa negou o pedido, a tentativa foi conseguir a ajuda da Sony, a qual estava disposta a financiar o projeto, tornando-o exclusivo do PS4.

Na noite de ontem, Phil Spencer, chefe da Microsoft Studios, respondeu a uma pergunta no Twitter demonstrando arrependimento sobre a sua decisão; ele menciona também ter deixado Guitar Hero passar, indicando que nem sempre as melhores decisões são feitas.

O jogo teria base em uma premissa similar a outros títulos congêneres a Minecraft: sua proposta é explorar uma ilha em busca de suprimentos e utensílios durante o dia, tentando sobreviver aos ataques de criaturas sobrenaturais durante a noite.

Rime ainda não tem data de lançamento prevista.

Fonte BJ

11 de fevereiro de 2014

Rumor: Beta de Project Spark no Xbox One pode ser lançado na próxima semana


Project Spark é um título bastante esperado para os gamers de PC e de Xbox One graças às inúmeras possibilidades que esse jogo-editor de jogos oferece. 

Enquanto alguns sortudos já podem testar o jogo no PC, pouco foi dito sobre o lançamento do Beta para o Xbox One nas últimas semanas. Contudo, parece que logo o Project Spark pode ser lançado no novo console da Microsoft – pelo menos foi isso que Phil Spencer, um dos principais executivos da Microsoft Studios, deu a entender em seu perfil no Twitter.

Quando um usuário identificado como “The Zombie Gamer” perguntou ao executivo quando poderíamos esperar por Project Spark no Xbox One, Phil respondeu: “Da última vez eles me disseram que o lançamento seria na próxima semana, mas o perfil @project_spark tem as últimas informações”. Entretanto, o próprio perfil do Project Spark no Twitter não confirmou a informação com exatidão, porém disse que os desenvolvedores estão solucionando os possíveis bugs e que o Beta deve ser disponibilizado “em breve” – sem datas específicas.

Inicialmente, membros do Dakota Team disseram que o Beta de Project Spark seria lançado no mês de fevereiro no Xbox One. Contudo, esse lançamento pode ser prorrogado se os desenvolvedores acreditarem que o jogo não está pronto para chegar ao console da Microsoft – por isso que as datas no momento não são muito claras.

Obrigado BJ

3 de fevereiro de 2014

Phil Spencer: “a Remedy está fazendo um bom trabalho em Quantum Break”

Phil Spencer: “a Remedy está fazendo um bom trabalho em Quantum Break”


Para Phil Spencer, vice-presidente da Microsoft Studios, a Remedy está fazendo um ótimo trabalho na criação de Quantum Break, um dos futuros exclusivos que devem chegar esse ao novo console da companhia.

A declaração foi realizada por Spencer em sua conta oficial no Twitter em resposta a um fã que pedia detalhes a respeito do desenvolvimento do game. De acordo com Spencer, a Remedy conseguiu acertar a essência, o combate e o drama” do jogo. “Enquanto ainda há trabalho a fazer, eles já atingiram uma boa marca com Quantum Break”, completou.

Um dos projetos mais curiosos para o Xbox One, Quantum Break será um jogo de ação em terceira pessoa integrado com um seriado televisivo live-action. Apesar de não ter nenhuma data específica de lançamento confirmada, o game está previsto para chegar ao console ainda em 2014.


17 de janeiro de 2014

Fabricante de carros deixa escapar no Facebook parceria para um novo Forza

Fabricante de carros deixa escapar no Facebook parceria para um novo Forza


Reprodução/OXM

Um novo jogo da série Forza pode chegar ainda em 2014 para o Xbox One. Ao menos é o que sugere um post publicado por engano na página oficial no Facebook da fabricante de carros britânica Ultima Sports. De acordo com a publicação, carros da companhia irão estar presentes em um novo jogo de video game publicado pela Microsoft previsto para ser lançado em 2014.

Enquanto o nome do jogo não é especificado, a publicação (já retirada do ar) comentava que a parceria era uma continuação de um trabalho responsável pela presença de veículos da Ultima Sports em Forza 4, do Xbox 360, e Forza 5, lançado no final do ano passado juntamente com o Xbox One. Desse modo, é bastante provável que o título mencionado pertença à franquia de simulação da Microsoft.

Por conta do período de lançamento do jogo, no entanto, parece pouco provável que a Microsoft lance um novo game da linha principal da série após tão pouco tempo após o lançamento de Forza Motorsport 5. Desse modo, é possível que o título seja uma sequência para o Xbox One de Forza Horizon, um spin-off lançado em 2012 que deixa um pouco de lado a simulação realista em prol de uma jogabilidade mais arcade.

De acordo com uma entrevista recente à revista britânica oficial do Xbox, Phil Spencer, presidente da Microsoft Studios, comentou que deixar o desenvolvimento de Horizon nas mãos da Playground Games permitiu que a Turn 10 Studios pudesse se dedicar mais à Forza 5. Enquanto isso, nos últimos dois anos a Playground continuou trabalhando, mas sem anunciar nenhum de seus projetos atuais.

Por fim, uma outra possibilidade (ainda que mais remota) é que a Microsoft possa estar trabalhando em um novo título da série Project Gotham Racing, cujo licenciamento foi renovado no ano passado, pouco antes do anúncio do Xbox One. 

Via BJ

Forza Motorsport 5 não deverá chegar aos PCs

Forza Motorsport 5 não deverá chegar aos PCs, afirma Spencer


As aparentes semelhanças entre as estruturas do Xbox One e do sistema Windows fazem naturalmente com que um leque de possibilidades se revele à mente da comunidade gamer: os jogos do novo console da Microsoft poderão ser “portados” para os computadores? 

Em resposta publicada via Twitter a um de seus seguidores sobre a possibilidade de lançamento de Forza Motorsport 5 para os PCs, Phil Spencer, vice-presidente da Microsoft Game Studios, foi certeiro em escrever o seguinte:

“Forza 5 do Xbox One não roda em um sistema Windows. Assim, seria preciso reprogramar ou adaptar uma versão de qualquer Forza para o Windows”, esclareceu Spencer. A resposta do executivo não gera muita margem para interpretações alternativas. Significa então que o lançamento de uma versão de Forza 5 para os PCs não faz parte dos planos imediatos da Microsoft.

Fonte Phil Spencer

13 de janeiro de 2014

Xbox One não será o último console físico da Microsoft, diz Spencer

Xbox One não será o último console físico da Microsoft, diz Spencer

Reprodução/Official Xbox Magazine

Com toda a conversa da Microsoft a respeito das maravilhas dos jogos via nuvem, com boa parte das operações dos games realizadas pelos servidores, não é de se estranhar que algumas pessoas estejam se perguntando se o Xbox One será o último aparelho físico da companhia de Bill Gates. Segundo o chefe dos estúdios da empresa Phil Spencer, no entanto, o processamento em hardware local deve continuar presente no futuro.

Questionado por um fã via Twitter se o Xbox One seria o último console “como os conhecemos”, isto é, rodando em uma máquina local, Spencer respondeu que acredita que não. “Acho que a computação local ainda vai ser importante por um longo tempo”, disse. Dessa forma, parece improvável que a companhia deixe de lançar um possível Xbox Two para simplesmente aumentar a capacidade de seus servidores com componentes mais potentes.

O mercado de smartphones e tablets sempre foi apresentado como um exemplo paralelo para a forma como os aparelhos de video game se tornam cada vez mais dependentes de recursos via internet. Em uma mensagem subsequente, Spencer ressaltou que essa analogia funciona também no sentido contrário. “Você pode ver os móveis, conectados a redes mais rápidas e mais serviços em nuvem, mas o poder local continua aumentando a cada geração”, pontuou.

Apostando no futuro

A Microsoft gastou cerca de US$ 700 milhões (equivalente a cerca de R$ 1,64 bilhões) melhorando a Xbox Live para o lançamento do One, permitindo que a empresa afirme com confiança que o serviço é “absolutamente” capaz de suportar streaming de jogos. Ainda assim, é muito cedo para afirmar que esse investimento vai decidir o futuro dos consoles.

Spencer não é o único a questionar a viabilidade dos rumores de que o conceito de console está obsoleto, existindo até quem ache que a próxima geração pode sair do forno ainda mais rapidamente do que a que acabou de chegar. O vice-presidente executivo da EA Studios, Patrick Söderlund, acredita que o próximo Xbox e o PlayStation 5 podem ser lançados a partir de 2018.

Fonte: Official Xbox Magazine

2 de janeiro de 2014

Por muito pouco o Xbox One não foi um console sem mídia física

Por muito pouco o Xbox One não foi um console sem mídia física


Sabe as belas caixas de jogos do Xbox One? Por muito pouco elas não existiram, já que a ideia inicial da Microsoft para seu novo console era fazer um aparelho baseado completamente no formato digital, aposentando de uma vez por todas as mídias físicas.

Em entrevista à revista Official Xbox Magazine, o chefão da Microsoft Studios, Phil Spencer, afirmou que esse conceito imperou na empresa até meados de 2013 e que a utilização dos discos só foi mantida graças ao enorme feedback obtido após a última E3, em junho. Segundo ele, o formato tradicional só continuou a ser usado após os jogadores reclamarem das decisões da companhia e indicarem várias mudanças que eles gostariam de ver no projeto.


Spencer conta que a aposentadoria dos discos seria uma mudança bastante radical dentro da indústria, tanto que isso levantou várias discussões internas sobre a viabilidade da novidade. E, de acordo com o executivo, um dos pontos cruciais que fez a empresa repensar e voltar atrás no conceito foi o tamanho dos jogos da nova geração e a banda necessária para transferi-los, o que poderia se transformar em uma grande dor de cabeça em pouquíssimo tempo.

Desse modo, o chefe da Microsoft Studios considera o uso do Blu-ray como formato padrão do Xbox One a melhor decisão a ser tomada pela companhia, já que isso oferece ao jogador uma forma facilitada de instalar e utilizar todo o conteúdo oferecido.

Contudo, ele não descarta a importância da mudança, já que ele considera o abandono das mídias óticas como uma forma de fortalecer o “ecossistema digital” e que a ideia da Microsoft era repetir aquilo que outras empresas já fizeram, ou seja, pensar e construir em torno do novo formato.

31 de outubro de 2013

Microsoft Studios patrão em estúdios first-party, Gears of War

Microsoft Studios patrão em estúdios first-party, Gears of War
Gears of War "seguiu seu curso em 360", diz Phil Spencer.


Você não precisa possuir estúdios para fazer grandes jogos first-party, de acordo com a Microsoft Game Studios chefe Phil Spencer.

"Eu acho que há algumas, há uma fixação com que estúdios que você possui, que estúdios que trabalham com você, e para melhor ou pior eu não estou obcecado por isso", disse Spencer sobre as últimas do IGN Podcast Desbloqueado  (via OXM ).

"Eu vivi através da geração Xbox 360 e tivemos um ótimo relacionamento com a Epic, e nós construímos Gears of War , e realmente essa franquia nasceu no Xbox 360 e atingiu alturas incríveis no Xbox 360. E se nós possuímos épico ou simplesmente trabalhou com a Epic não fazia parte da conversa [sobre se] que o jogo ia ser grande ".

"Certas pessoas vão olhar para quantos funcionários Microsoft-badged que você tem contra os funcionários Sony-badged, e quando eles começam a pesar os primeiros partidos diferentes", continuou ele. "E eu sei que há algumas pessoas que querem possuir seu próprio estúdio, ser independente, conduzir o seu negócio, e ir completamente sua maneira, manter a sua própria cultura.

"E eu respeito isso - se as pessoas querem é assim que funciona, nós vamos continuar a trabalhar com eles. Eu não vejo isso como uma barreira para o que podemos fazer juntos. Quer se trate de remédio, seja Insomniac, seja Crytek. Assim, o relacionamento com Respawn? Obviamente eles têm um editor, EA, para o jogo, mas é uma relação forte e se sentir bem sobre o que eles estão trazendo para Xbox. "

E por falar em Gears of War , o que sobre a possibilidade de uma nova entrada no Xbox One?

"Eu quero encontrar uma grande Engrenagens jogo ", disse Spencer (via GameRevolution ).

"Eu pensei que nós fizemos um bom trabalho com julgamento , mas eu não acho que ele atingiu o nível de qualidade que vimos nos jogos anteriores. Acho pontuações revisão mostrou isso. Vendas mostrou que. Eu realmente acho que nós precisamos dar um passo para trás com a Epic e pensar ... Eu não quero chamá-lo de um reboot, porque eu acho que é um termo usado em demasia, mas pensar sobre onde essa franquia vai e como expandir o que era.

"Eu adoraria ter essa conversa. Eu falo com os caras muitas vezes épicos. Eles também ocupado agora. Acho que já disse o Gears é uma espécie de em segundo plano para eles. Então, eu acho que seria uma situação em que surgiu a oportunidade no momento certo seria ótimo para sentar-se com eles. Eles são, mais uma vez, a equipe certa para o trabalho nesse jogo. Tentando encontrar outra equipe para fazer esse jogo eu acho que é possível, mas você quer ter certeza de que você fez isso com muito cuidado junto com eles para ter certeza de que tinha a coisa certa no lugar. "

Mas uma nova geração  de Gears of War terá de ser diferente, Spencer disse.

"Eu acho que a franquia precisa ser ... não reformulados, mas você precisa pensar em como expandir o universo e que as pessoas estão fazendo. Talvez torná-lo mais corajoso, eu não sei.

"Você gostaria de fazer algo com ele, porque eu acho que se o seu curso em 360. E foi um grande sucesso no 360, mas não chega a ter um arco de história de uma coisa como o Halo ou algo assim, pelo menos da forma como é jogado fora nos jogos. "

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